Second Blues de Marzio Lenzi será lançado em Bombinhas no sábado

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Marzio Lenzi lançará seu excelente disco Second Blues neste sábado, em Bombinhas, no Magic Bus num show carregado do bom e excelente blues lageano, produzido nos vastos campos de pinhão. O frio é convidativo para um vinho e este som bacana rangendo das guitarras de Marzio.

Checa o cartaz aí e se liga nessa

 

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Primeiro disco dos Raimundos completa 20 anos

 

Antes de Jesus: Rodolfo, Fred, Canisso e Digão apavoraram a piazada.

Antes de Jesus: Rodolfo, Fred, Canisso e Digão apavoraram a piazada.

 

Era maio de 1994. Ayrton Senna tinha recém partido, o Brasil entrava na Copa do Mundo dos Estados Unidos meio com 99,9% do povo reclamando da escalação do Parreira e no rock, muito pouco empolgava com certa relevância. O pop estava em crise, mas um disco começou a pipocar nas festinhas e no colégio. Na realidade em 1994/1995 dois discos eu descobri assim, o primeiro dos Raimundos e o primeiro dos Mamonas Assassinas. Com 14 anos, a gente queria ouvir rock, queria ouvir besteira, putaria, sacanagem. O primeiro disco dos Raimundos me soou assim. Muita putaria, muita sacanagem e um hard core porra lôca com sotaque nordestino. Mesmo sendo um rapaz latino americano do sul, a ideia foi ótima e não demorou muito para que os Raimundos fosse a coqueluche daquele ano. Nada de Legião Urbana, Skank, Cidade Negra, o pop rock que a piazada ouvia naqueles tempos era dos Raimundos.

Para um garoto, a primeira faixa, “Puteiro em João Pessoa”, abre o disco e mostra logo de cara mostrar para que veio. O som é pesado, a letra é para lá de sarcástica, safada e sem vergonha e segundo consta, a história de Dudu (o próprio Rodolfo, vocalista da banda) e seus primos mais velhos, Augusto e Bessenger levam o então garoto Dudu para um puteiro, descobrir que a vida é boa, a sua primeira vez. O disco segue o ritmo e a sacanagem, o peso foi fundamental. Em Santa Catarina os Raimundos fizeram algumas aparições naquele ano. A mais antológica foi em novembro, quando abriram para os Ramones na Santur. Um show incrível, que pouca gente acredita que aconteceu.

Nos discos posteriores os Raimundos foram absorvidos pela grande mídia. As turnês ficaram maiores, o cachê ficou enorme e a banda começou a inclusive ficar chata, porquê estava em tudo. Desde programas de televisão a qualquer festival. Lá estavam os Raimundos. Quando Rodolfo, vocalista da banda, anunciou sua saída pois havia se convertido para uma denominação evangélica, muitos pensaram que a banda iria parar. Ledo engano, o Raimundos tentou um pouco com um novo vocalista, mas o próximo a deixar o grupo foi o baterista Fred. Digão e Canisso seguiram, tocaram onde pagam o pão que o diabo amassou. A redenção veio em 2014 mesmo, com o lançamento do último trabalho. O Raimundos tem já 20 anos, mas nunca desiste. Os fãs agradecem.

Marzio Lenzi lança segundo álbum solo de blues

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Marzio Lenzi apresenta trabalho gravado em casa

 

Marzio Lenzi é um dos mais espetaculares guitarristas do Brasil. Não é presunção não, se nos anos 1960 Eric Clapton causou furor nas ruas de Londres para que pixações o proclamassem “Clapton is God”, acho que já passamos do tempo em pixar um muro com “Marzio is Son of God”. O cara sempre arrebentou, tanto nos inúmeros álbuns rock and roll gravados com seus irmãos e parças, do Lenzi Brothers como já em seu primeiro trabalho solo, Marzio Lenzi and The Raze Blues.

O novo álbum, Second Blues, lançado na web na última quarta-feira, 07, é o retrato do guitarrista em querer dar continuidade ao seu projeto de blues e tudo isso aconteceu quando Marzio montou um home estúdio em Lages-SC, onde reside. Marzio fez durante dois anos várias demos num processo de aprendizagem, demos, tocando todos os instrumentos e quando a coisa começou a soar bem, pensou em gravar um disco sozinho. “Acabei fazendo esse trabalho gravando com a ajuda de um primo, que também tem home studio, Steffan Duarte”, disse para o Mundo47. O Second Blues foi gravado inteiramente pelo guitarrista, que tocou todos os instrumentos, mixou e masterizou. “Em Lages está rolando uma boa cena de blue. Todo mês vem artistas fazer shows, a maioria eu participei dos shows e aproveitei para gravar as participações dos caras”, explicou.

O álbum Second Blues tem as participações especiais de Décio Caetano (guitarra), Joe Marhofer (gaita), Ricardo Maca (guitarra) Andrey Garcia (piano e órgão) Gonzalo Araya (gaita) e Greg Wilson (voz). Ao todo, o novo trabalho tem 07 faixas autorais, 03 releituras de clássicos do blues, sendo uma de Décio Caetano.  A princípio Marzio revela que o disco não terá alguma tour de lançamento, mas sim shows esporádicos que provavelmente serão marcados. “Achei melhor primeiro divulgar o disco e depois sair marcando shows, é mais fácil… a expectativa otimista é uma tour, a realista são os esporádicos”, declara.

 

 

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Mundo47:  Como vc avalia o cenário do blues no Brasil hj? o que tu destaca para a rapeize?
Marzio Lenzi:  Bem, a cena do blues no Brasil cresceu novamente de 2010 pra frente, estava morna desde o inicio do século e hoje tem muitos artistas bons, e muitos festivais pelo brasil, assim como publico. Diferente do rock independente, que já foi legal, e hoje em dia para tocar e tirar uma grana tá feio…hoje rock independente só depende de verba publica e isso é ridículo!  Mas essa questão de mercado não me influenciou pra fazer esse disco, fiz por que curto blues desde os 16… e sempre acho que deveria fazer mais com e pelo blues… sobre o Lenzi Brothers, selecionamos 10 musicas de 30 demos essa semana e pretendemos começar a gravar o próximo…
Mundo47: Você tem um reconhecimento por parte de publicações como a Guitar Player e várias pessoas, como alguns jornalistas que te consideram um dos melhores guitarristas do Brasil. Tu nunca pensou em investir numa carreira musical no eixão?
Marzio Lenzi: Bem, pensar o cara pensa umas seis vezes por dia, mas mas sempre a possibilidade de ter uma vida paralela, de gente normal, ganhando um salario fixo para se ter segurança financeira, me pareceu sempre mais sensato para as minhas expectativas. Acho que no meu caso pode ser que um reconhecimento maior demore mais, mas chega, espero…

E se foi o Jair Rodrigues…

Cantor faleceu em casa aos 75 anos.

Cantor faleceu em casa aos 75 anos.

Nos anos 1980, lá em casa, tinha um LP com uma coletânea das melhores músicas dos festivais de 65, 66, 67 e 68. Claro, tinha Disparada. Tenho esse disco até hoje, era do meu pai. Jair Rodrigues não era uma referência musical para mim, mas adorava essas canções velhas e da participação dele na história dos festivais de música.

Nos anos seguintes, sempre curtia aquelas aparições nos programas de TV. Não me lembro de não gostar do que ele cantava. Anos depois, como assessor de imprensa na Pref. de Itajaí, tive oportunidade de entrevistá-lo antes do show, que seria a noite. Foi maravilhoso o tempo todo. Um querido, muito pra cima, alegre. Foi um contato bacana, uma pena não ter parado para tirar foto com ele. Já entrevistei vários ídolos da música, mas com poucos fiz foto. Que vá em paz, prq cumpriu muito bem o seu papel na Terra. Até mais.

 

Patrulha do Espaço faz shows em Itajaí e Florianópolis no fim de semana

Patrulha do Espaço mostra novas músicas para o público catarinense

Patrulha do Espaço mostra novas músicas para o público catarinense

 

Depois de voltar de uma turnê de três shows na Argentina, a Patrulha do Espaço segue na estrada para lançar seu disco mais recente pelo Brasil. Desta vez, as cidades que recebem a banda são Itajaí e Florianópolis, nos dias 25 e 26 de abril. No interior catarinense, a apresentação é no Big Pub, espaço para atrações nacionais e internacionais de rock. A abertura deste show fica por conta da banda Ninguém Sabe. Na capital, a Patrulha toca na Célula Cultural, lugar que sedia eventos de música, dança, teatro, cinema e outras atividades artísticas.

O repertório contempla várias fases da trajetória da banda, passando pelo rock direto produzido na década de 1980, até chegar aos anos 2000, representados por um som pesado e melódico, sem perder a pureza do rock’n’roll. Um desses trabalhos é o EP Veloz, álbum lançado em março. O disco é composto por três músicas inéditas, sendo uma delas versão do grupo argentino La Renga, além do bônus com a gravação ao vivo de Deus Devorador, clássico de 1985. Também foram incluídas duas vinhetas neste CD: uma traz um solo do baterista Rolando Castello Júnior e a outra expressa na letra uma brincadeira que os próprios integrantes fizeram com seu trabalho: “Bom, bonito e barato, só Patrulha do Espaço”. A capa é uma obra da vocalista Marta Benévolo, que reciclou materiais para montar a escultura de uma tartaruga.

Também faz parte do set list a música Vamos a Buscar La Luz, do power trio argentino Aeroblus, que o baterista Rolando Castello Júnior integrou antes de fundar a Patrulha do Espaço. O roteiro abrange, ainda, faixas de Dormindo em Cama de Pregos, Missão na área 13, e dos cinco primeiros trabalhos da banda, que saíram entre 1980 e 1985. Lançamentos de reedições dos primeiros discos da Patrulha

Patrulha do Espaço surgiu em 1977 e, desde então, já lançou 19 álbuns, entre discos de vinil, CDs e coletâneas, distribuídos no Brasil e Argentina. Este ano, o grupo preparou várias surpresas para os fãs: em fevereiro saiu a reedição do trabalho conhecido como Disco Preto, gravado em 1979, um dos clássicos brasileiros e o primeiro disco independente de rock do país. Com capa original, som remasterizado e uma faixa extra, o CD é um lançamento do Die Hard Records. Pelo mesmo selo, a Patrulha também reedita seu segundo disco, que sai em junho.

Serviço
Show da Patrulha do Espaço em Itajaí
Data: 25 de abril
Horário: A casa abre às 21h
Banda Convidada: Ninguém Sabe
Local: Big Pub – Rua Luiz Lopes Gonzaga, 876 – São Vicente
Informações para o público: (47) 99879234
Ingressos: Homens – R$20,00. Mulheres: R$15,00

Show da Patrulha do Espaço em Florianópolis
Data: 26 de abril
Horário: A casa abre às 23h
Local: Célula Cultural – Rodovia João Paulo, 75 – Saco Grande
Informações para o público: (48) 9962-8351/(48)9907-8986
Ingressos: R$30,00
*Ingressos antecipados com desconto na Roots Records – Rua Felipe Schmidt, 249, telefone (48) 3222-1134.

Paul McCartney fará show no estádio que sediou o último show dos Beatles

Em 1966 os Beatles se despediram dos palcos

Em 1966 os Beatles se despediram dos palcos

Aos 72 anos e em turnê do disco NEW, lançado no ano passado, sir Paul McCartney confirmou nesta semana uma apresentação especial. No dia 14 de agosto ele se apresentará no estádio do San Francisco 49ers, o Clandestick Park, em São Francisco. A turnê americana que se inicia após as apresentações pela América do Sul, está recheada de datas e Paul confirmou a apresentação no estádio que em 1966 sediou o último show da beatlemania, o Clandestick Park . A história toda desta última apresentação você pode ler no texto que fiz em 2007, nos primórdios do Mundo47.

Em turnê com o álbum NEW, sir Paul fez shows em Montevideo e Santiago. Segue depois para Equador e Costa Rica.

Em 2012 sir Paul se apresentou em Florianópolis. Foto: Rafael Weiss

Sir Paul é mesmo impressionante. Com uma idade já avançada para o show business, ele parece ignorar os efeitos do tempo. Com shows que duram em média 3 horas, ele não faz intervalos, não toma água no palco e toca todos seus clássicos com uma excelente vitalidade.

Segundo especulam os fãs, a turnê pela América do Sul deve continuar no segundo semestre, depois que esse stress de Copa do Mundo passar por terras brasileiras. As 12 arenas novas para a Copa, possibilitam shows em várias partes do país. Preparem os bolsos.

 

Festa Coelho Metálico traz Matricidium e Syntz neste sábado

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A quinta edição do Coelho Metálico acontecerá neste sábado no Gas Station Pub, em Balneário Camboriú. Mister Klaus Loos (Natal Metálico) e sua rainha Fabi Loos, o casal que mais agita a cena metal e hard rock na região, organizam mais uma bela festa. No menu metálico duas bandas de Balneário Camboriú, com material próprio (não é cover!), as bandas Matricidium e Syntz, esta última com EP na praça. Na videotecagem metal, o próprio Klaus, o VJ Metal, já tradicional aos sábados no Gas Station. Ingressos R$ 15 na hora.

 

Rio do Sul recebe Cachorro Grande no feriado de Páscoa

 

Free concert: neste sábado, 21h, tem rock em RiodoSul

Free concert: neste sábado, 21h, tem rock em RiodoSul

Será de graça, será ao ar livre, será rock and roll o próximo sábado em Rio do Sul, a cidade do rock em Santa Catarina. Os gaúchos da Cachorro Grande serão a grande atração em mais um dias do imenso calendário cultural do aniversário de 83 anos de Rio do Sul, comemorados no último dia 15 de abril. A Fundação Cultural de Rio do Sul, de dois anos para cá, consegue ser uma das fundações mais atuantes do estado, sempre valorizando a produção cultural local, mas também possibilitando a vinda de outros artistas para um imenso intercâmbio com a cidade.

Rick Ferreira: o homem era unha e carne com Raulzito

No sábado o rock acontecerá ao ar livre, de graça, a partir das 15 horas no Parque Harry Hobus com a Liss. Após, às 17h é a vez dos Costeletas. O rock segue fumegando com show Tributo a Raul Seixas, com a presença de Rick Ferreira, guitarrista que participou de toda a discografia de Raulzito a partir de 1974, no álbum Gita. Ferreira também gravou e tocou com outros artistas, como Erasmo Carlos, Guilherme Arantes, Zé Ramalho, Belchior e Barão Vermelho. A Cachorro Grande será a última atração da noite, a partir das 21 horas, no mesmo palco do Parque Harry Hobus, é a certeza de muito som e pulinhos “Porto Alegre”…

Yellow Box divulga clipe de Leave This Town

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Ramos, Américo e Bruce: agora um trio YB se destaca com novo clipe

 

E os rapazi da Yellow Box, de Itajaí, lançam mais um clipe. A banda lançou no último final de semana o clipe de “Leave This Town”, com produção e direção de Thábata Ferraz e do guitarrista da banda, Bruce Marques. A música é mais uma bela porrada de rock and roll com boa melodia e letra em inglês, língua que marca o trabalho da banda desde o lançamento do primeiro álbum. A canção gravada no estúdio Overdrive, em Balneário Camboriú, teve produção de Marcos Piccoli Júnior.

Saca só o clipe dos guris.

 

 

Irmãos Panarotto em dose dupla na capital catarinense

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Além da programação do Floripa Noise Festival, Florianópolis também terá uma overdose de róque no SESC Prainha, no centro da capital catarinense com os Irmãos Panarotto. Depois do recém lançado disco Chamando Chuva, é a primeira vez que os Irmãos Panarotto se apresentam na capital do estado.Irmãos Panarotto é um trabalho solo em dupla de dois integrantes da banda Repolho. Como diz os rapaze, o show é composto por músicas dos dois discos do projeto dos brous, entre outras bobagens que sempre sai na hora. Os shows acontecerão nesta sexta (04) e sábado (05) com a participação de Akira Fukai (banda John Filme) e Daniel Posta (banda Adam e Juliette)

 

Quer ouvir as músicas?

Ouça aqui: http://ir-panarotto.bandcamp.com/ (e pode baixar também) por sua conta e risco.

No show elas são sempre executadas de maneira completamente diferente.


 

 

Somaa disponibiliza na web o clipe “Marionetes”

 

Fala amarelo

E a rapeize de Joinville, da banda Somaa, uma das mais importantes da cena local, está divulgando no Youtube o seu maravilhoso clipe de “Marionetes”, mais uma canção single que os joinvillenses da Manchester catarinense colocam na internet. Os amarelos do norte que não vêem o sol com frequencia, conseguiram fazer o vídeo com recursos da lei de incentivo cultural de Joinville e o clipe repetiu mais uma parceria com o diretor Rodrigo Brum, velho conhecido do underground do norte do estado.

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Junto com o videoclipe, o Somaa está lançando um single virtual com duas faixas, a (re)nova(da) “Marionetes” e uma versão ao vivo para “Filosofia de para-choque de caminhão”, música do Cd/Ep “Colisão e outras histórias ordinárias” lançado em dezembro de 2012. O single virtual pode ser baixado gratuitamente em http://www.somaarock.com.br/discografia/ e além das duas músicas, como de costume, tem capa e encarte.

O videoclipe está sendo lançado com exclusividade pelo site www.tenhomaisdiscosqueamigos.com

 

Conheça o Somaa

www.somaarock.com.br

www.facebook.com.br/somaarock

Sua vida vai ser outra depois do Floripa Noise 2014

 

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Com programação definida o Floripa Noise Festival começa no final de março e vai até 12 de abril com VÁRIAS atrações bacanas a preços justos e alguns até na faixa. Mostra de cinema, feira de vinil, múmias a granel e a presença de mestres da música catarinense, brasileira e até mundial. Destaque para shows da banda de prog, Focus (Holanda) e do maravilhoso Jards Macalé.  Confira a programação e se acerte para passar dias maravilhosos na companhia de Guilherme Zimmer e companhia na capital dos catarinenses manezinhos.

 

 

29.03 (sábado)
Shows com
Nervochaos (SP)
Into Darkness (ALE)
Khrophus
War-Head (CRO)
A partir das 23h – $20
Célula Showcase

01.04 (terça-feira)
CINEMA DE BOTECO
FILMES:
A História de Lia (Rubens Melo, 2010, 13 min)
Erivaldo, O Astronauta Místico(Gurcius Gewdner, 2013, 6 min)
O Segredo da Múmia (1982, Ivan Cardoso, 82 min)
Linguinha The Killer (Mauricio Ribeiro Júnior, 2012, 29 min)
Cabra Bode ( Milton Santos, 1968, 40 min)

A partir das 19h – Entrada franca
Taliesyn Rock Bar

02.04 (quarta-feira)
CINEMA DE BOTECO
FILMES:
Amor & Tara (Ivan Cardoso, 1971, 3 min)
O Bacanal do Diabo e Outras Fitas Proibidas de Ivan Cardoso (2013, 60 min)
WAR (Gurcius Gewdner, 2012, 6 min)
Filmes são seus Amigos (Gurcius Gewdner, 2013, 2 min)
Filme Politico Numero 1 (Petter Baiestorf, 2013, 1 min)
Zombio 2: Chimarrão Zombies (Petter Baiestorf, 2013, 83min)

A partir das 19h – Entrada franca
Taliesyn Rock Bar

03.04 (quinta-feira)
CINEMA DE BOTECO
FILMES:
Mukeka di Rato _ Pedra (Fernando Rick, 2012, 3 min)
Os Pedrero _ Pressa de te Amar (Gurcius Gewdner, 2013)
Almoço na Relva (Gurcius Gewdner, 2013)
O Tiroteio do Esqueleto sem Cabeça (Christian Caselli, 2003)
Mamilos em Chamas (Gurcius Gewdner, 2008, 60 min)
Os Bons Tempos Voltaram: Vamos gozar outra vez (Ivan Cardoso & John Herbert, 1986, 80 min)

A partir das 19h – Entrada franca
Taliesyn Rock Bar

04.04 (sexta-feira)
CINEMA DE BOTECO
FILMES:
Perdigotos da Discórdia (Christian Caselli, Fabiano Soares, Gurcius Gewdner, Petter Baiestorf, 2012)
Os Curtas Melequentos de Luciano Irthumm (Luciano Irthumm, 1998/2013, 20 min)
Fragmentos de uma Vida (Petter Baiestorf, 2004)
O Panorama da Carne (Scoria Filmes, 2013, 20 min)
Loreno Contra o Espantalho Assassino (Mantenópolis/ES, Manoel Loreno, 1989)

Show de encerramento com a banda Xevy 50
A partir das 19h – Entrada franca
Taliesyn Rock Bar

05.04 (sábado)
FEIRINHA DE VINIL
Das 9h às 15h – Entrada franca
Taliesyn Rock Bar

Show: Les corvettes
A partir das 15h – Entrada franca
Taliesyn Rock Bar

08/04 (terça-feira)
TAC 7:30
Show com Jards Macalé (RJ) e Os Skrotes + Edu K
A partir das 19h30 – $10
TAC – Teatro Álvaro de Carvalho

09/04 (quarta-feira)
PORÃO NOISE
Show com Os Cafonas e O lendário Chucrobilly Man (PR)
A partir das 20h – $10
Taliesyn Rock Bar

ERUPÇÃO PROG
Show com a banda Focus (HOL)
Abertura com a banda Imagery (PR)
A partir das 23h – $40 Ant.
John Bull Floripa

10/04 (quinta-feira)
TRIO DE DUOS
Show com Encruza, Baga Pirata, e Projeto Kaos
A partir das 20h – Entrada franca
Escola de música Rafael Bastos

11/04 (sexta-feira)
PIOR NOITE
Show com Leptospirose (SP), Os Pedrero (ES), Homem-lixo, Eutha, e Insúbito
A partir das 23h – $10
Célula Showcase

12/04 (sábado)
APOTENOISE
Show com El Mató a Un Policía Motorizado (ARG), Cassim e Barbária, AMP (PE), Somaa, Babba
A partir das 23h – $20
Célula Showcase

ENDEREÇOS:
CÉLULA SHOW CASE – Rodovia João Paulo, 75 – João Paulo
ESCOLA DE MÚSICA RAFAEL BASTOS – Rua Dom Jaime Câmara, 202 – Centro
JOHN BULL PUB – Avenida das Rendeiras, 1.045 – Lagoa
TALIESYN ROCK BAR – Rua Victor Meirelles, 112 – Centro
TEATRO ÁLVARO DE CARVALHO – Rua Marechal Gui

Lenzi Brothers lançam DVD no litoral neste final de semana

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Até que enfim!

Está marcado para amanhã, 21 de março, o lançamento do DVD Lenzi Brothers 15 anos em Balneário Camboriú. Finalmente o Gas Station, um pub de rock da cidade se rendeu ao som dos três irmãos Lenzi. Os lageanos, apesar de terem gravado o disco na sua cidade natal em 2012, finalmente lança o DVD na cidade que praticamente os fez no final dos anos 1990, quando tocavam covers pelas baladas da região.

Orgulhosamente eu, Rafael Weiss, fiz parte das gravações deste DVD, filmando o making of e fazendo câmera durante o show. O DVD é imperdível, com participações de músicos de peso, como Galeno Castro, Andrey, Rubão e Juan. O show amanhã se repete no sábado, em Florianópolis (finalmente também!) na Célula Cultural.

Imperdível!

Six Six The Clown estreia novo clipe

Riossulenses querem te levar para conhecer o capeta.

Riossulenses querem te levar para conhecer o capeta.

 

Rio do Sul Rock City é só orgulho. A cidade tem uma produção boa de rock autoral e depois de lançar um dos melhores álbuns do ano passado, o quinteto da Six Six The Clown apronta mais uma e joga na web o seu primeiro clipe. “Ressaca”.

Gravado em Rio do Sul na companhia de muita cerveja, os rapazê também aproveitam para mostrar que a região 47 é boa na produção de clipes. Tá zeradinho.

Veja abaixo a pauleira com imagens do Juninho Alvisi, Ricardo Stuhlert e Raphael Stuy.

 

 

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Fudeu! Floripa Noise estará de volta em março e abril

 

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Recado de El Zimmer no Facebook, o rei dos esporros diversos.

“Em março e abril, prepare-se! Os monstros estarão soltos em fúria e som.

O festival mais assombroso do pedaço está de volta!!!!! Surf, jazz, garage, indie, metal, punk, múmias, maldições, filmes, Gurcius e terrir levarão pobres almas assustadas ao arrepiante mundo de Floripa Noise 2014″

 

Vamos aguardar então as novidades dos rapaze.

Irmãos Panarotto na Globo News

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O programa Navegador, da Globo News, deu destaque na última segunda-feira, 17, a artistas que viraram ídolos virtuais. Os artistas criados pelo mundo virtual e que se tornaram ídolos. Entre vários artistas, o programa deu destaque para um clipe da banda Repolho (Juvenal) e um vídeo de 2 Violão e 1 Balde, dos Irmãos Panarotto. A dica é do antropólogo e jornalista Hermano Viana, que em outras oportunidades já havia dado destaque para o trabalho dos catarinenses de Chapecó.

Confira aqui e aqui

 

Os 50 anos da chegada dos Beatles na América

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No início de 1964, os Estados Unidos viviam uma catarse coletiva em razão de,  poucos meses antes, o presidente John F. Kennedy havia sido assassinado em Dallas. O momento era tenso e mundialmente, EUA e União Soviética se duelavam na Guerra Fria. Mas na Europa, especialmente no Reino Unido, quatro garotos de Liverpool, uma cidade feia e portuária, eram os verdadeiros reis da parada de música jovem. Uma banda, músicos que tocavam rock and roll, um ritmo importado da terra yankee, vendia milhões de cópias de seus compactos, EPs e álbuns. Na Europa a beatlemania era uma realidade.

Enquanto nos Estados Unidos, as paradas eram dominadas por artistas da Motown, girlgroups, o rock and roll estava um pouco morto. Elvis só fazia filmes nesta época e uma lacuna estava para ser preenchida, só faltava “o personagem”, ou “os personagens”. Com o estrondoso sucesso na Europa, a EMI foi ao longo do segundo semestre de 1963, tentando emplacar os discos dos Beatles no mercado americano. O maior empecilho, por incrível que pareça, era a Capitol Records, subsidiária  da EMI na América, não querer lanças os discos dos garotos no fechado mercado dos Estados Unidos. A solução da EMI foi buscar selos menores, como a Vee Jay, que lançou o primeiro disco dos Beatles ainda nesta época.

 

Então aos poucos a Capitol foi reconhecendo o potencial da banda, mas de forma forçada, começou a lançar os discos. Em poucas semanas a música dos fabfour começou a se difundir na América. A morte de Kennedy brecou um pouco os planos, já que havia a possibilidade dos quatro beatles irem até aos EUA antes do Natal, mas o clima não era propício e do outro lado do Atlântico, Brian Epstein e os próprios Beatles só desejavam ir até a América com um número um nas paradas. Em meados de janeiro, depois de uma apresentação em Paris, Brian Epstein foi avisar os rapazes que de fato, I Want a Hold Your Hand havia alcançado o topo da parada norte americana, os Beatles iniciavam uma ampla conquista mundial através da América.

As semanas que antecederam o desembarque dos Beatles nos Estados Unidos foram de grande expectativa e também uma grande jogada de marketing da gravadora. “Os Beatles estão chegando”, dizia um anúncio. O mercado foi inundado por diversos lançamentos. Até mesmo o disco que era vendido pelo selo Vee Jay, foi lançado meio que ilegalmente. Todo mundo quis faturar com os Beatles. A Capitol reservou uma grande quantia para fazer mídia em jornais, revistas, rádios e televisões e um acerto foi feito com o apresentador da CBS, Ed Sullivan, para que a primeira apresentação dos Beatles em território americano fosse ao vivo, de costa a costa, no Ed Sullivan Show. Tudo estava preparado para que numa fria manhã de 7 de fevereiro de 1964 a comitiva Beatle desembarcasse no recém rebatizado aeroporto John F. Kennedy, em Nova Iorque.

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Mais de 5 ou 7 mil jovens, a grande maioria adolescentes foram receber os rapazes no aeroporto, numa das maiores recepções de celebridades nos EUA desde a ida do Papa. A beatlemania na américa estava inaugurada. Gritos, alvoroço, correria, os rapazes tiveram uma recepção muito calorosa. A primeira coletiva foi realizada no aeroporto mesmo. Num espaço da PAN-AM, que trouxe a banda e sua comitiva até os Estados Unidos. A coletiva é uma peça de humor, com os Beatles respondendo diversas perguntas ridículas dos repórteres mau preparados da América. Do aeroporto até ao hotel, centenas de milhares de fãs gritavam nas ruas e debaixo do hotel, ruas tiveram que ser interrompidas para a chegada daqueles cabeludos.

O documentário First Us Visit, com imagens dos irmãos David e Albert Maysles, conta essa chegada e também toda a estadia dos Beatles na América com ricos detalhes. Os Maysles tiveram acesso fácil a banda, praticamente inaugurando a ideia de “reality show” com uma banda de rock. No documentário, é visível a alegria, a ansiedade e o objetivo dos Beatles em fincar sua música no novo mundo, como dar o troco naquele povo que saiu da Inglaterra séculos atrás para viver na América.

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No dia 9 de fevereiro de 1964, os Beatles foram as maiores atrações do The Ed Sullivan Show. Os ensaios foram um pouco prejudicados, pois George Harrison contraiu uma forte gripe, mas no dia 9 ele estava lá. Quando Sullivan falou: “ladies and gentleman, here they are! The Beatles”,  a TV americana registrou a maior audiência até então. Foram mais de 73 milhões de pessoas que assistiram ao programa naquele domingo, quando os Beatles tocaram ao vivo. Os fab fizeram o seu serviço e era visível a empolgação de Ed Sullivan, que certamente vibrava com os diversos contratos publicitários que havia fechado dada a chegada dos Beatles. Até mesmo o Colonel Tom Parker, empresário de Elvis Presley, o Rei do Rock, reconheceu a enorme importância da transmissão e enviou um telegrama de boas vindas, em nome dele e de Elvis.

Depois desta histórica apresentação, os Beatles viajaram de trem até Washington para o primeiro show para uma grande platéia. O Coliseum estava abarrotado de fãs e os Beatles foram forçados a tocar num palco que mais parecia um ringue de boxe. Uma chuva de jelly bellys (balinhas de goma), caiam sobre o palco durante os 28 minutos de apresentação (os Beatles haviam dito na imprensa que gostavam das balinhas). Com uma estrutura precária, o urro da platéia, o perigo de uma invasão ao palco era eminente, mas os rapazes, apesar de tudo, pareciam alheios a histeria grotesca naquele ginásio em 1964. Ringo Starr praticamente não se incomodou em rodar o praticável da bateria algumas vezes para agradar o público que rodeava o pequeno palco. Os Beatles ganhavam mais uma. Após a histeria, o frio intenso e a chatíssima viagem de trem até NY, os Beatles fizeram ainda um pequeno concerto no Carnegie Hall, o templo da música americana, impensável que artistas tão populares como eles pisariam naquele hall sagrado, mas eles foram.

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Depois de pegarem um avião até Miami, os Beatles saborearam a vitória num merecido descanso num grande hotel a beira mar. Ed Sullivan também transmitiu seu programa de lá, do salão do hotel mesmo, com mais uma apresentação dos fab, que aproveitaram ao máximo o sol e o mar. Andando de barco pelo Atlântico, mergulhando, aproveitando ao máximo. O retorno para a casa foi heróico. A mesma recepção americana os Beatles tiveram no aeroporto britânico, onde centenas de milhares de fãs se aglomeravam para recepcionar seus heróis. Os Beatles conquistavam não só a América, mas o mundo. O resto é mais história.

 

 

Mukeka di Rato no aniversário da Velvet Discos em Rio do Sul

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Neste sábado, 8 de fevereiro, a partir das 16 horas no Gaia Tattoo e Mamult Miniramp em Rio do Sul, a Velvet Discos comemora 1 ano com uma bela fextênha punkzera.

Mukeka di Rato chega ao estado para mais uma apresentação e no menu ainda teremos Homem Lixo, Apicultores Clandestinos e THCore.

Ingressos limitados!

Para quem não sabe, a Velvet Discos, chefiada pelo Frank, que é baixista da Homem Lixo, é uma das poucas lojas de discos em vinil de Santa Catarina que trabalha com catálogo de discos novos. Há também uma grande variedade de discos de vinil usados, só coisa fina e de qualidade. O preço dos discos usados, praticados pela Velvet são muito honestos e sob encomenda, você pode adquirir os discos novos prensados pela Polysom e também discos importados. Outro diferencial da Velvet Discos é a quantidade de vitrolinhas old school que o Frank consegue. Algumas em estado de novo, outros precisando de uma guaribada e também, preços mais do que justos.

Parabéns ao Frank e toda a raça de Rio do Sul que anda curtindo o vinil. Ouvir esses discos não é mais apenas uma moda, é um estilo de vida para quem aprecia bons álbuns e Rio do Sul, no Alto Vale de Santa Catarina, está na ponta.

 

Kaly e Os Hóspedes do Chelsea disponível na web

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O catarinense Gustavo Moura, o Kaly, é conhecido na cena independente catarinense por ter passado por bandas como Enzime e Stuart. Há alguns anos radicado em São Paulo, o cantor e compositor fez álbuns também da Stuart, mas zanzou como músico de Wander Wildner, fez o projeto Os Ùltimos Românticos da Rua Augusta e foi mostrando algumas canções de outro projeto solo, Kaly e Os Hóspedes do Chelsea.

Este último ganhou versão álbum nesta quarta-feira, 05, na internet. O álbum “Porres, ressacas e canções” foi disponibilizado hoje na internet (ESCUTE AQUI) com 10 músicas. O álbum está disponível também para download e segundo Kaly, para os mais puritanos, a edição física do disco aparecerá em março. O disco foi produzido por Kaly e pelo também catarinense radicado em São Paulo, Marco Britto (ex-Os Jeans) com participações de Sérgio Serra, Nervoso e Juli Manzi. O disco foi gravado em São Paulo (no famoso Baixo Augusta) e em Blumenau, no estúdio Phoenix.

O disco é recheado do melhor do punk brega, diluído no bom e velho folk e condicionado em grandes barris de vinho. Destaque para as novas músicas compostas por Kaly e também músicas que foram trabalhadas no projeto com os Ultimos Românticos da Rua Augusta.

 

O adeus a um ex-amigo

Tem coisas que acontecem nesse mundinho da música que é bem difícil de entender. Hoje me deparo com uma conversa chata que aconteceu via Facebook. Veio de uma pessoa que sempre admirei. Um músico com talento, bacana, que tocou em algumas bandas que eu simplesmente adorava, eu batia cartão sempre para assisti-lo nos confins do sul do judas. Primeiramente, gostaria de dizer que não sou puxa-saco. Tenho amigos, fiz amigos e faço amigos.

O Mundo47 não é um site rico. Não ganho dinheiro com ele. Nenhum veículo de comunicação me contratou para trabalhar com eles para falar sobre música, faço porque gosto. A minha parceria com a RIC não tem nada financeiro, eu estou sob a guarda deles no RIC Mais, mas não tenho compromissos, nem obrigações com eles. Enfim, sempre tentei fazer da minha maneira, do meu jeito, dando oportunidade e opinião do que eu gosto, do que eu me interesso. Não estou aqui para agradar ninguém, mas a pessoa dizer que não fala comigo porquê eu sou puxa-saco é demais pra mim. A conversa abaixo aconteceu, foi franca, foi verdadeira de ambos os lados, eu querendo entender e ele querendo distância de mim. Já não tenho idade para revidar grosseria, já não tenho idade para ficar de mau com alguém… mas

Eu perdi um amigo.

o seu nerd .fica bem longe das minhas lembranças e datas. pesquisas tuas coisas e faz por mérito próprio . coisa que tu nunca aprendeu. fica bem longe .

Que isso cara?
cê tá loco é?
q q eu fiz pra ti?
a matematica é simples.não quero tu ligado a nenhuma informação vinda de mim. façamos isso para manter o respeito , ok? desculpa a grosseria. mas fica longe
vc não me respondeu o que eu te perguntei
prq não é a primeira vez q vc destila ódio a minha pessoa
e esse papo de intimidação é muito antiquado, principalmente vindo de vc, que nunca tive nada contra, pelo contrário, sempre gostei de vc e sempre quis tua amizade, mas de uns tempos pra cá, resolveram me detonar de graça, só não entendo isso mesmo.
bicho, vou ser honesto :é só vergonha alheia, e um pouco de auto preservação pelo que tu se tornou.
eu me tornei o que?
as pessoas mudam , eu me tornei mais chato e ranzinza.
uma pena
um grande puxa saco de pessoas que não suporto
dai que levei a maxima, diga com quem andas e direi quem és.
assim, eu não sou obrigado a gostar apenas das pessoas que vc gosta, ninguém é, eu só teria vergonha própria do que tu fala e faz comigo de vez em quando, ai sim teria vergonha, e eu não puxo saco não cara, puxar saco pra que? o q eu ganho com isso?
mas weiss, como eu disse, sou só um ser, do jeito que não gosto mais de ti. farei de tudo que tu sinta o mesmo por mim
uma pena
uma pena mesmo
quer dizer, só essa conversa acho que já basta
desculpa pelas vezes que te cumprimentei, só tava querendo ser educado pelo tempo que a gente se conhecia
não o farei mais
prometo.
blz cara, tudo bem, seja feliz, espero não cruzar mais com vc, mas se encontrar, deixa comigo, faço o mesmo.
até mais. vida longa e boa (não desejo mal mesmo, só distancia)
agradeço , cara valeu mesmo!
PS: o que está em negrito são palavras dele