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Marujo Cogumelo volta com novo álbum

Novo álbum da rapeize disponível no Youtube e Soundcloud

Novo álbum da rapeize disponível no Youtube e Soundcloud

Em 2010 quando eles apareceram na cena rock de SC com o excelente Jardim das Américas, a banda do Oeste Catarinense, Marujo Cogumelo impressionou pelas belas melodias e clipes maravilhosos. Não só de clipe e melodias a banda também fez apresentações eletrizantes por Santa Catarina e depois, um 7´´ em vinil em 2011 para depois repousarem numa hibernação que durou 5 anos. A banda manteve lá e cá as atividades, integrantes saíram eis que em 2015 prepararam um novo trabalho que agora, em janeiro de 2016, está disponível na web. O álbum batizado de “Hiato”, dá uma dimensão que o tempo passou, porém  a qualidade sonora da Marujo Cogumelo continua bela e empolgante.

Confira o novo álbum AQUI

 

FICHA TÉCNICA

Gravado, Mixado e Masterizado no Estúdio Click Audioworks em
Curitiba
Técnico de gravação: Diogo Shiroma e Paulo Bueno
Técnico em Pro Tools: Diogo Shiroma
Mixagem e Masterização: Paulo Bueno

Designer gráfico: Matheus Corseuil

Banda Marujo Cogumelo:
Kassio Canan – Voz
Lucas Martarello – Voz/Guitarra/Violão
Vinicius Lovatel – Voz/Teclados/Sintetizador
Lucas Dal Magro – Bateria/Percussão
Cristian Pelizza – Contrabaixo

Metais/Sopros:
Rogério Leitum – Trompete
Rodrigo Vicaria – Trombone
Aloisio de Pádua – Saxofone

Outros Instrumentos:
O Lendário Chucrobillyman – Banjo

O desafio de viver num mundo sem David Bowie

Jones, Bowie, Ziggy, são todos um só, retornando para sua galáxia.

Jones, Bowie, Ziggy, são todos um só, retornando para sua galáxia.

Depois de uma péssima segunda-feira, com tantas manifestações no Facebook, eu finalmente consegui ordenar algumas ideias na minha cabeça sobre a passagem de David Bowie para as estrelas. É, Bowie colocou no nosso imaginerio que se um dia partisse, ele iria para as estrelas. Foi estranho acordar com a notícia da morte dele. Foi inesperada, já que na sexta, comemorávamos seu aniversário de 69 anos e o lançamento de Blackstar, seu novo álbum. Eu estava de folga em Florianópolis e pensei: vou deixar para ouvir segunda-feira que está tudo bem. Não estava. Ontem foi duro ver e ouvir o trabalho Blackstar. Pela primeira vez um álbum de Bowie não vinha com sua foto. Será que Bowie nos preparou para o que viria? Tudo indica que sim.

Minha primeira lembrança de Bowie foi no começo dos anos 1990, quando eu quis saber quem era aquele que cantava Under Pressure com o Queen. Na época a MTV saciou minha curiosidade e durante algum tempo, era referência para conhecer o artista. Mas foi em busca de seus álbuns que eu conheci a sua genialidade. Ouvir pela primeira vez Space Oddity foi revelador, quando me senti no filme 2001 – Uma Odisséia no Espaço. Porquê diabos Kubrick não pegou essa música para o filme né? Já no final dos anos 1990 eu havia conseguido muita coisa de Bowie, discos, os primeiros DVDs, apresentações em VHS e também revistas que contavam sua trajetória. Foi glorificante ver que também ele era um fã dos Beatles. Um ídolo que reverenciava seus ídolos. Bowie era mais novo que a maioria dos artistas dos anos 1960. Tinha só 22 anos em 1969 quando realmente despontou.

Os anos passaram e em 1997 eu soube que ele estaria pelo país. Na época, com 17 anos e ainda dependendo do soldo oferecido pelos pais, sem trabalho e tendo que estudar muito, a sua passagem por aqui passou batido. Uma frustração imensa na minha cabeça. Caralho! Não vi David Bowie há 250 km da minha casa. Mas paciência tinha que ser.

Nos últimos 10 anos a presença de David era constante… constante nos vídeos que assistia no YouTube, constante nos discos que conseguia, constante nos DVDs, porém o artista, David Jones, estava recluso. Bowie havia ficado doente e se retirou dos holofotes. Poucas aparições, raras entrevistas, um homem recluso, tal qual como Syd Barret, seu ídolo, foi durante o resto da sua vida. Será que Bowie vai virar um Syd??? Me perguntava. Não poderia imaginar isso acontecer. Foi ali em 2013 que ele resolveu soltar um novo álbum. Novo álbum de David Bowie? Então o sr. Jones resolveu sair de casa para gravar algo como Bowie. Foi fantástico e em pré venda na internet, comprei o novo álbum The Next Day. Para mim uma enorme sensação de poder finalmente poder comprar um álbum inédito de um grande artista como David e eu o comprei.

A sensação momentânea é de perda. Saber que David Bowie não estará mais entre nós é um pouco duro as vezes, mas como a imprensa mesmo rotula, o “camaleão”, nos deixou um legado insuperável de qualidade e liberdade artística. Bowie fez e experimentou o quanto pôde. Parcerias mil, tendências aqui, acolá, um enorme jogo de mutações que lhe deu um grande respeito perante o seu público e também a opinião pública. Bowie teve coerência em grande parte de sua extensa carreira. Saudades? Sim, ele vai deixar, mas certamente ele partiu com a sensação de dever cumprido. Talvez por isso Blackstar seja uma espécie de testamente, uma espécie de adeus.

Muito obrigado Ziggy, até uma próxima em outra galáxia.

Morreu Júpiter Maça

Flavio Basso tinha 47 anos e morreu hoje em Porto Alegre.

Flavio Basso tinha 47 anos e morreu hoje em Porto Alegre.

O dia 21 de dezembro de 2015  foi uma merda. Começou para mim com problemas no trabalho, uma conversa amarga com um prestador de serviço. A tarde, a notícia do incêndio que destruiu o Museu da Lingua Portuguesa em São Paulo e agora há pouco, soube do falecimento de Flávio Basso, 47 anos, mais conhecido como Júpiter Maçã, ocorrido em Porto Alegre.

A maioria das pessoas erra feio em falar que o Rock Gaúcho são Engenheiros do Hawai ou Nenhum de Nós, a essência do Rock Gaúcho era Flavio Basso. Não somente por ele ter passado por bandas como TNT ou Cascaveletes, mas por personificar um movimento de música autoral fora do eixão, que simplesmente marcou e ainda marca a música, o rock nacional. Atrás de caras como Flavio, o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, trouxeram para este mundo musical, MUITA GENTE boa, todas influenciadas nesse start chamado Júpiter Maçã, Júpiter Apple, enfim, mutante, Flavio Basso era um gênio e ao mesmo tempo, compositor de grande valia.

Nesses poucos minutos que soube de sua passagem, fiquei procurando na minha memória a primeira vez que ouvi uma canção sua. Foi lá em 1997, quando ouvi pela primeira vez Miss Lexotan 6 mg. Demorou mais uns 4 anos para que eu fosse até uma apresentação sua pessoalmente. Aquele universo psicodélico dos anos 1960, que eu havia somente lido nos livros e visto nos filmes, se transportou imediatamente para minha mente. Aquele show que vi em Porto Alegre, com o Sétima Efervescência tocado na íntegra + algumas de sua fase Apple, me deixaram com uma imensa sensação de prazer e satisfação.

Anos depois, alguns shows, algumas chalaças com os amigos para comemorar o rock, eis que em 2015 o Flavio estava aqui pela região. Alguns shows… infelizmente eu não pude ir. Até falei para minha garota “ele vai voltar, aí a gente vai…”…  é Letícia, me enganei, vamos ter que nos contentar com discos, vídeos e visualizar nosso amigo Flavio pelo cosmo…

Rest in Peace.

 

Alexei Leão lança novo trabalho 320 on Hart Street

Novo álbum de Xei foi gravado em NY

Novo álbum de Xei foi gravado em NY

 

Acontece amanhã o lançamento do álbum  XEI – #320 on Hart Street

Lançamento: 17 de Novembro (Terça-Feira)

XEI é o apelido carinhoso dos amigos para com o produtor, compositor e vocalista Alexei Leão.

Criado em Florianópolis, XEI mudou-se para os Estados Unidos no início de 2014 para aprofundar seus estudos em Engenharia de Audio e Produção Musical, formando-se com honras e como primeiro aluno da turma no Institute of Audio Research, o instituto de música mais antigo do mundo.

Desde sua chegada a Nova York o número 320 na Rua Hart foi sua morada, motivo pelo qual nomeou seu trabalho de estreia como artista solo de #320 on Hart Street.

XEI, que dedicou sua vida inteira a cantar heavy metal, mostra nesse primeiro trabalho solo um outro lado até então não explorado. Temas acústicos baseados principalmente em violões e teclados, arranjos simples mas cuidadosos, melodias bonitas e interpretações marcantes.

Este álbum é todo baseado em experiências pessoais vividas num passado recente e, principalmente, durante sua estadia nessa nova cidade. As músicas são como relatos íntimos onde o artista se expõe sem medo. O repertório inclui uma música (An Angel on Hart) escrita em homenagem ao grande amigo e parceiro de vida artística, Rafael Scopel, falecido num acidente de carro em maio desse ano.

Nova York é conhecida por ser berço da cultura Hip Hop, e essa presença marcante na cidade aparece de forma explícita em #320 on Hart Street, com a participação do rapper americano Ralph G.A.M.B.L.E em Karma, música que também conta com Marcelo Moreira (Circle II Circle, MARMOR) na bateria.

Outro convidado especial é Daniel Galvão (Camerata Florianópolis, Enarmonika) tocando cello em Hey Darling.

Ao todo, oito músicas fazem parte do álbum que está sendo lançado em formato digital para download e numa edição especial limitada em Vinil. Todas compostas, arranjadas e produzidas por XEI no AML Studio NY.

Alguns vídeos dos primeiros singles já lançados desse trabalho podem ser assistidos no YouTube. Até final do ano todas as músicas também serão disponibilizadas no formato de videoclipe.

 

Download: soundlcoud.com/alexeileao

Comprar: cdbaby.com/Artist/Xei

Fanpage e Vídeos: facebook.com/alexei.XEI.leao

 

 

 

Etílicos e Sedentos prepara tributo ao rock de Brusque – novo clipe

Etilicos e Sedentos com o produtor Márcio Pimenta.

Etilicos e Sedentos com o produtor Márcio Pimenta.

A Etílicos e Sedentos, de Brusque, estará lançando em novembro o álbum 88350-000 – Um Tributo ao Rock Brusquense. O álbum é formado por releituras de músicas de bandas e artistas da cidade de Brusque, em Santa Catarina, abrangendo diversas gerações musicais. Entre os artistas/bandas homenageados neste Tributo estão: Pulsação, Claviceps Purpúrea, Cabeça de  Mente, Afarte, Galáxia, Bandeira Federal, Ricardo Silva, Bêrsadi, Sub-Versos e Híbridos.

O nome do projeto faz referência ao CEP geral do município (88350) e veio de uma inspiração/homenagem a uma K7 demo lançada em 1988 de maneira conjunta por 2 bandas punks da cidade, a Shit e a Dabesta.  Os Etílicos e Sedentos é uma banda que faz e acontece na terra da Havan. Formada por  Cleber de Limas (vocal); Lucas Rhuan Fischer (Guitarra); Juninho Tavares (bateria) e André Gomes (baixo), a banda já lançou bons álbuns na cena roqueira de Santa Catarina.

Antes do álbum ir pra praça, a banda lançou nesta semana o clipe de uma das canções do álbum. A excelente versão para “Elevada Visão”, é uma música de  Widmann Muller e Marcelo Fischer (Banda Cabeça de Mente e Banda Pulsação)


Baixe esta música e outras da Etílicos e Sedentos em http://soundcloud.com/etilicosesedentos

NDE: Ontem erramos. Colocamos uma foto antiga da banda Etílicos e Sedentos. Peço desculpas aos integrantes atuais da banda. Já um figura, que não faz parte mais da banda, tratou de me mandar um e-mail para me esculhambar. Educação mandou lembrança amigo.

 

Repolho e O Escambau são atrações no Festival do Válvula Rock

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Histórico. Dia 1º de novembro, em Itajaí, a lendária banda Repolho faz sua primeira apresentação no litoral norte. O festival é promovido pelo site Válvula Rock, dos brothers Flávio e Anderson. Além da Repolho, show de Giovani Caruso e O Escambau, de Curitiba, outra banda importante do cenário independente do Sul do Brasil. Mais cinco bancas farão a festa a partir das 17h no Catarina Surf bar, na Praia Brava, como John Filme, Ninguém Sabe, Silêncio de Chumbo, Gabriel Beleza e Os Stoopidos e Estiveback, todos shows com som autoral. Nas carrapetas do diabo, Léo Motta e Flávio Roberto, do site Válvula Rock.

O ingresso é mais do que simbólico, um brinquedo em bom estado, que depois serão doados para instituições de caridade de Itajaí. Imperdível

Mais informações sobre o Festival podem ser acessadas no site:www.valvularock.com.br. O Catarina Surf Bar fica onde funcionava o Soul Beach, na Rua José Medeiros Vieira, nº 586, no Canto da Lagoa.

Ruca Souza e o clipe de Fora

Ruca: Mais de 10 mil views no Facebook.

Ruca: Mais de 10 mil views no Facebook.

 

Eu já reclamei algumas vezes. Faltam garotas no rock and roll local. Mas a salvação sempre veio lá de Itajaí. “Tem a Ruca”. Sim, tem a Ruca, a jornalista e cantora que lançou recentemente o excelente álbum Marte. O clipe lançado agora é de “Fora”, mais uma canção do disco. Psicodélico e lisérgico e com a participação de outro figura das ondas espaciais, Cainã Moreira, da Helvéticos.

“Fora” traz a perspectiva da vida que acontece externa a nós, ao mesmo tempo em que o nosso mundo só se move a partir de dentro. “A inspiração para essa música vem de estudos sobre projeção astral e espiritualidade. Apesar da música ser um tanto agressiva porque é um rock cru, a ideia é mostrar que só através do próprio esforço interno é que cada um faz sua evolução.Somo herdeiros de nós mesmos”, diz Ruca.

O clipe foi gravado em Balneário Camboriú/SC nos estúdios da iPhoto Editora, com direção e captação de imagens de Jones Herter (Nomade Filmes). A edição e motion grafics que criaram toda a psicodelia no clipe ficaram a cargo de Juan Manoel Palomino Dominguez, do NNE Studio.

Helvéticos prepara novo álbum e lança clipe na web

helvéticos

Depois de muitas mudanças na sua formação, mas sempre com Cainã Moreira na voz e guitarra, os Helvéticos estão com novo álbum na praça. O lançamento será em setembro e para dar um pouco do gostinho do que virá, a banda já botou na web seu novo clipe. “Deixa Acontecer”, que faz parte do disco “Hipnose”, o segundo na carreira da banda catarinense. O clipe é editado com imagens realizadas no estúdio Marquise 51, em Porto Alegre, durante o processo de gravação do novo álbum.

Ficha Técnica:
Imagens – Thiago Gonçalves (Parapluie Produtora)
Edição – Cook Mella

Irmãos Panarotto e o novo clipe em super8

 

Roberto e Demétrio: líderes dos esporros diversos.

Roberto e Demétrio: líderes dos esporros diversos.

E os Irmãos Panarotto estão com clipe novo na praça. Monge Perereca Pirulito, gravado em Super8. Direção: Cláudia Cárdenas e Rafael Schlichting (Duo Strangloscope).

Em outubro, na agenda, tem Banda Repolho no Morrostock e também Irmãos Panarotto em Chapecó no mesmo mês.

Segundo Demétrio Panarotto, fim do ano tem Repolho em Florianópolis. Vamos agendando!

 

Cilla Black morre aos 72 anos

Cilla faleceu no último dia 02, aos 72 anos na Espanha.

Cilla faleceu no último dia 02, aos 72 anos na Espanha.

Cilla Black ou Priscila Maria Veronica White, não foi uma cantora popular para o público brasileiro, aliás, poucos a não ser os beatlefans a conhecem, mas sua contribuição para a música pop, principalmente nos anos 1960, foi imensa. No último domingo de manhã fomos acordados com a notícia de que Cilla havia falecido em sua casa na Espanha. Ela tinha 72 anos.

Sua carreira começou paralela aos Beatles, já que em 1961 ela ganhou um emprego como garçonete no famoso Cavern Club, onde os Beatles tocavam regularmente. Cilla aproveitava a simpatia dos rapazes para dar uma palhinha nos shows da hora do almoço e no alvoroço das sessões mais a tarde. No imenso cast de artistas do Mersey – bandas que fizeram sucesso de carona na ascensão dos Beatles – Cilla foi uma das que mais brihou depois dos rapazes.

Uma das contratadas do time de estrelas do rock de Brian Epstein

Uma das contratadas do time de estrelas do rock de Brian Epstein

John Lennon que convenceu o lendário empresário Brian Epstein a contratar a jovem cantora e de quebra, prometeu músicas Lennon & McCartney com exclusividade. Sim, Cilla foi intérprete de canções compostas por Paul e John que não foram gravadas oficialmente pelos Beatles. Mas não foi só de Beatles que Cilla sobreviveu. Seu primeiro sucesso grande foi “Anyone Who Had a Heart”, de Burt Bacharach. Burt também foi pessoalmente gravar em take 1 a canção “Alfie”. Cilla tinha o privilégio de ter George Martin como produtor e gravar suas músicas em Abbey Road.

Após a morte de Brian Epstein, em 1967, Cilla continuou sendo agraciada com canções Lennon & McCartney, sendo “Step Inside Love”, um de seus maiores sucessos. Nos anos 1970, sua carreira como cantora começou a ficar mais morna e logo ela virou apresentadora da TV Britânica, inclusive, as notícias de sua morte mais enfatizaram sua carreira como apresentadora de TV do que como cantora. Em 1993 ela recebeu a sua MBE – Member of British Empire, mesma medalha recebida pelos Beatles em 1965.

Canções exclusivas por Lennon e McCartney

Canções exclusivas por Lennon e McCartney

 

 

Ronnie Von faz história e toca sons psicodélicos na TV aberta

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E o Titio Ronnie Von ainda dá o que falar. Depois de uns 15 anos sendo cultuado pelas novas gerações, que com o advento da internet, descobriram os três maravilhosos álbuns psicodélicos gravados por Ronnie entre 1968 e 1970, o cantor finalmente fez uma apresentação dessas músicas na TV aberta.

Acompanhado da excelente banda Os Haxixins, caras que sabem TODAS as suas músicas desta fase, em seu programa Todo Seu, na TV Gazeta de São Paulo, Ronnie Von fez na última sexta-feira, 17, uma histórica apresentação na televisão. Foram tocadas “Máquina Voadora” e “Espelhos Quebrados”, esta última, a favorita de titio Ronnie, que ele considera a sua “Eleonor Rigby”.  Vale lembra que as músicas desta época, gravadas por Ronnie Von, NUNCA foram executadas ao vivo na TV aberta, em horário nobre.

De fato, os discos psicodélicos de Ronnie Von estão virando influência e referência na música brasileira. A redescoberta destes discos, culminaram em dois produtos interessantes. O primeiro o livro Ronnie Von – O príncipe que podia ser rei e logo depois, o documentário Ronnie Von – Quando Éramos Príncipes, que passou pelo canal BIS no final de 2014.

Confira aqui no Mundo47 a apresentação de Ronnie Von no seu programa da TV Gazeta e também na íntegra o documentário Quando Éramos Príncipes.

Após voltar de tour nos EUA, Headcutters lançam novo clipe

2014 foi o ano dos Headcutters. O quarteto de Itajaí passou um mês pelos Estados Unidos tocando em gigs na Califórnia e no estado de Illinois, em Chicago, um dos lugares lendários no blues mundial.

Além da volta triunfal, a banda também brilhou por aqui, no tradicional festival de blues em Caxias do Sul. A banda é uma das melhores bandas de blues nacionais da atualidade e cantam em inglês. O que é ótimo.

Agora o clipe de “I dont know!”, lançado em parceria com a produtora REC n´Play e dirigido por Guilherme Meneguelli.

Dá um confere na peça:

20 anos dos Ramones em Balneário Camboriú

 

Histórico! Ramones em SC - Foto Júlio Cavalheiro
Histórico! Ramones em SC 1994 – Foto Júlio Cavalheiro

O lendário show dos Ramones no parque da Santur em Balneário Camboriú completa hoje 20 anos. No dia 11 de novembro de 1994, os Ramones fizeram sua única e histórica apresentação em Santa Catarina ao lado do Sepultura (em grande fase) e dos Raimundos (que há pouco tinham lançado o primeiro álbum). O show aconteceu numa sexta-feira e movimentou gente de todo canto do estado, que organizaram vans e ônibus para testemunhar a épica aparição de Joey, Johnny, CJ e Marky na “praia mais badalada do sul do mundo”.

ramones ingresso

Ingresso do Wanderson Verch, ainda com o canhoto.

O dia foi bastante estranho. As pessoas não acreditavam que se dirigiam para um lugar como a Santur para ver os Ramones. Filas, calor e aquela porta de vidro que virou pedacinhos, apesar do “caos” a turnê Acid Chaos passou por diversas cidades brasileiras, mas aqui a coisa tomou pela lenda, pois tu fala para alguém que os Ramones se apresentaram em Balneário Camboriú e pouca gente acredita.  O sentimento como adolescente que foi no show meio que ao acaso (aproveitei carona para a praia e pimba, vi os Ramones com a turma do prédio) foi única. Era um fã de Ramones desde mais moleque, e ver que eles existiam de verdade foi um sonho… realizado. Difícil esquecer tudo.

Mundo47 foi atrás de algumas personalidades locais que estiveram no show. Pedimos para que dessem um depoimento falando da experiência em participar do show histórico.

 

Bola Teixeira, jornalista, blogueiro, fotógrafo

BOLA

“Cheguei a tarde na Santur e a fila virava quarteirão, no caso, pavilhão. Os portões – de vidro – ainda fechados. Sai fotografando tudo que via pela frente. Lembro de uma menina ensandecida na fila que fotografei. O tempo passou, milhares de pessoas na fila e nada de abrir a porta, até que o povo resolve abrir na marra. Vidro estilhaçados e invasão generalizada do pavilhão sob os olhares de reprovação do diretor da Santur Alvaro Silva. Fui direto para os camarins. Conversei com os caras do Raimundos e cumprimentei meus ídolos Ramones, mas estava tudo muito corrido e fui para o chiqueirinho. A altura – baixa – do palco permitiu que fizesse muitas fotos, verdadeiros portraits de meus ídolos.

Joey Ramone - por Bola Teixeira

Joey Ramone – por Bola Teixeira

 

Na verdade não dei muita bola pra Raimundos. Queria mesmo era fotografar e acompanhar o setlist dos Ramones. No meio da muvuca vejo aquela mesma menina que fotografei lá fora já em fim de linha sendo carregada para fora do pavilhão desmaiada. Entra o Sepultura. O povo enlouquecido demais, vazei do chiqueiro e acompanhei lá detrás do pavilhão. Foi tudo muito inesquecível, se é que você me entende”

Marcos Espíndola, jornalista/empresário

marquinhos

“Eu não sei se você esteve lá, mas também não te recrimino se você achar que eu também não estive. Mas todos sabemos o tamanho da nossa fé. Explico: a saga dos Ramones começou antes. Do boato sobre a possível vinda dos caras para Balneário Camboriú, que se alastrou numa torrente de incredulidade. “Em Balneário? Nem f******!”, era o que mais se ouvia. E justificável, veja, naquela época mal entrávamos no Windows e a internet era algo impensável para esses cantos de cá do Atlântico. Fato é que a história esquentou, ferveu e fez o tempo fechar na cidade.  Na época eu estagiava em um jornal da cidade e lembro de aproveitar a deixa para correr hotéis a procura da camarilha punk, aqueles heróis da juventude. Até que do algo do Geranium (é esse o Hotel), deu para ver algumas cabeças cabeludas e de óculos escuros. Bom, vai ter show. E foi “O” Show.  Foi o congraçamento de uma vida, um rito de passagem tardio para milhares de marmanjos que ali sacramentaram o fim da adolescência. Perdemos a inocência e quase tudo passou a ser possível. Tenho comigo que muitos até hoje juram que foram para não passar vergonha por não ter levado fé. Tenho a impressão de que se todos aqueles que garantem que estiveram presentes no show realmente estavam lá, teria que haver dois daqueles complexos da Santur.
Eu não os recrimino por mentirem. Até eu custo a acreditar ainda hoje eles estivavam ali na minha frente”
Klaus Peeter Loos, Empresário/Sumidade do Metal
klaus

“11/11/94, quem diria, já se passaram 20 anos daquela sexta-feira maluca, em que pouca gente acreditava e hoje ainda duvida. Ramones e Sepultura juntos em Balneário, Camboriú, na Santur,  com abertura dos então iniciantes Raimundos, seria possível? Sim, cheguei lá cerca de 3 horas antes do show, uma confusão danada na entrada, muita gente concentrada derrubou os portões de acesso, loucura. Já lá dentro, o palco ao fundo, muito aglomero, gente escalando as paredes laterais, surreal. Raimundos deu seu recado, e então os mágicos Ramones fizeram um show digno da sua aura mística, deixando todos hipnotizados, com a sequência de 1,2,3,4…pau!! Lembro bem de I just want to have something to do, Pet Sematary, I Belive in Miracles , Pshycho Terapy e tantas outras, tocadas na velocidade da luz, com Joey Ramone dando um banho de carisma. Por fim, Sepultura do Brasil, na turnê do Chaos A.D. cuspindo fogo, literalmente derrubando o teto do local, êxtase total, veio, viu e venceu, mostrando ser a melhor banda brasileira de todos tempos, coisa que nunca ninguém vai tirar deles. Como fã, digo que foi mais quente que o inferno. War for Territory!!! Foi um sonho? Talvez, mas no final saímos felizes e suados dele, inesquecível!!”

Wanderson Verch, jornalista, baterista Syn TZ, mito
wander

“O dia 11 de Novembro de 1994 é inesquecível por si só em minha mente, em meu coração… Nessa data puder conferir, no auge de meus 15 anos de idade, a apresentação de duas das maiores bandas do mundo em Balneário Camboriú: Sepultura e Ramones. Tenho até hoje o ingresso, com canhoto, uma relíquia guardada a 7 chaves. Dos Ramones, lembro do impacto que me causou ver aquelas figuras americanas enjaquetadas, com suas músicas frenéticas, que não dava tempo pra respirar direito. Lembro também do mascote da banda com a plaquinha “Gabba Gabba Hey” agitando a galera, e é claro, dos anos pós-show, quando conto para os fãs que vi os Ramones, ao vivo, em Balneário Camboriú, e eles custam a acreditar.”

Ulysses Dutra, jornalista, guitarrista
ulysses
“Simplesmente um sonho de adolescência tornando-se realidade. Ramones tocando em Santa Catarina era algo impensável e que se materializou naquela noite mágica. Ganhei uma credencial através do amigo Emerson “Tomate” Gasperin e do Zeca, do Sincronia Total e pude ficar na fila do gargarejo pra assistir o quarteto mandar ver em todas aquelas músicas que eu tocava junto com os LPs no quarto de casa até rasgar o papel dos alto-falantes de um 3 em 1. Foi sensacional. Hey ho!”.
Ulysses com galera de Floripa.

Ulysses com galera de Floripa.

 

Celsinho Castellen, músico, empresário

celso

“Foi a coisa mais animal do mundo. Eu poguei um monte na primeira música, e o resto não me mexi pra não perder nada. Fiquei parado o show todo. E me arrependo até hoje que fui com uma camisa do Sepultura, cara, foi animal, difícil ter palavras para descrever, eu sabia todas as músicas de cor.  Quando o cara foi passar o som da guitarra, tinha um cara do meu lado berrando “tira a mão dessa guitarra q tu não merece”. E eu tava lá na frente na hora q estourou a porta, foi um show animal, nunca vou esquecer, tenho o ingresso ainda inteiro”.

 

Rodrigo Fachini, jornalista

fachini

“Apesar da pouca idade, pouco mais de 16, e recém inserido no mundo do rock, a paixão pelo Ramones foi de  bate-pronto: ocorreu logo após ouvir as primeiras músicas, pelos anos de 91,92. Lembro como se fosse hoje, quando anunciaram os shows, Raimundos, Ramones e Sepultura em BC, a primeira reação foi dizer que era mentira ou que se tratava de um evento com bandas Cover. Depois de checar a veracidade, iniciou o processo de busca de ingresso e de como iria ao show. Aventuras à parte e sucesso na empreitada, os primeiros 20 minutos de show dos  Ramones foram de estagnação e a sensação inicial que não poderia ser verdade, foi a tônica. Show memorável e um dos últimos da da formação e que nunca sairão da minha memória.”

 

 

Syn TZ lança primeiro videoclipe na web

Louder and Harder, da banda catarinense Syn TZ foi o primeiro single lançado por essa nova banda de Balneário Camboriú e que também virou o primeiro clipe oficial do quarteto do litoral.

Com direção de Andrey Proença, o clipe foi gravado no Gas Station Pub. Como diz o grande Klaus Loos, “heavy metal to the end”.

A SynTZ é formada pelo guitarrista Marco Girardi, lendário da Syndrome, com Wander Verch na bateria, Oswaldo Duwe no baixo e os vocais matadores de Giuliano Schmidt. Impecável!

 

 

Paul McCartney retorna para mais uma turnê brasileira

 

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Ele ficou 17 anos sem aparecer por aqui, mas desde 2010, Sir Paul McCartney, o eterno beatle, retorna ao país para um giro pelas capitais nacionais.

Depois de shows em cidades antes não imagináveis para uma parada de um rock star de seu porte, como Florianópolis, Goiânia, Fortaleza, sir Paul estará abrindo sua turnê brasileira em “Cariacica”, município da grande Vitória, no Espirito Santo. O show acontecerá no dia 10 de novembro no estádio da cidade. Confirmado hoje, o show do dia 12, no HSBC Arena, no Rio de Janeiro. Depois uma pausa e 10 dias depois, no dia 23 de novembro, no estádio Mané Garrincha, é a vez de Brasília. A turnê vai encerrar nos dias 25 e 26 no estádio Allianz Parque, estádio do Palmeiras, em São Paulo.

A primeira turnê de Paul McCartney no Brasil quebrou todos os recordes de bilheteria da época e entrou para o Guinness – Livro dos Recordes como a maior audiência de um concerto em estádio. Mais de 184 mil pessoas compareceram ao show no Estádio do Maracanã, Rio de Janeiro, em 1990.

Paul McCartney já se apresentou no Brasil 15 vezes, desde os anos 90. Essa será a primeira visita do artista a Vitória e Brasília. Em São Paulo, onde se apresentou em 2010, o show acontece no recém-inaugurado Allianz Parque.

Imperdível!

Os ingressos já estão à venda no site da Tudus.

 

Para relembrar, vamos com vídeos que fiz da passagem de Paul McCartney por Florianópolis, em 2012.

Todo nosso: biografia conta história de Ronnie Von

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Ronnie Von – O príncipe que podia ser rei, de Antonio Guerreiro e Luiz Cesar Pimentel será lançado hoje em São Paulo pela Editora Planeta. Segundo os autores, o livro é uma obra escrita com total liberdade, sem nenhuma interferência do biografado, o que de fato mostra maturidade e o espírito de Ronnie, que afirmou em entrevistas recentes, que se ele escolheu esse caminho de ser uma pessoa pública, deve aguentar as consequências.

Em 17 de julho de 1944 nasceu Ronaldo Lindenberg Von Schilgen Cintra Nogueira, mais tarde nasdeu o Ronnie Von, a contra proposta da Jovem Guarda, o príncipe que soube respeitar a majestade em questão, mas que paralelamente escreveu capítulos importantes da música jovem brasileira na segunda metade dos anos 1960. Sua vida se transformou quando, por acaso, foi descoberto como cantor, rompeu com o pai e se tornou um ícone daquela época. Sua carreira como cantor começou por acaso no bar “O Beco das Garrafas”, no auge da Jovem Guarda. Ganhou vários fãs e corações, mesmo nunca tendo participado do programa apresentado por Roberto Carlos, Erasmo e Wanderléia.

Ronnie Von tem momentos distintos de sucessos e dramas. Amigo de estrelas como Rita Lee – foi ele quem batizou a banda de Mutantes –, o moço da alta sociedade carioca, usou toda sua inteligência para criar hits psicodélicos (hoje um fenômeno cult no Brasil e na Europa) e românticos. Lutou com uma doença que poucos no mundo sobreviveram. Casou diversas vezes, entre seus amores estão a atriz Bia Seidl e uma que ele NUNCA pronuncia o nome e quer riscar do mapa.

De modo independente e inesperado, foi acumulando sucessos como “Meu bem”, uma versão em português do próprio Ronnie Von para a música “Girl”, dos Beatles. A primeira gravação foi um fenômeno, e Hebe Camargo lhe deu o apelido pelo qual é conhecido até hoje: Príncipe. Em 1966, Ronnie entrou para a televisão no comando do programa “O Pequeno Mundo de Ronnie Von”, onde lançou artistas importantes. Atualmente é apresentador da TV Gazeta, na qual comanda o programa diário “Todo Seu”.

Atualmente Ronnie Von apresenta o programa Todo Seu na TV Gazeta.

Atualmente Ronnie Von apresenta o programa Todo Seu na TV Gazeta.

 

Os Autores

Antonio Guerreiro é jornalista, diretor geral de novas mídias na Rede Record e diretor geral do portal R7.com. Foi repórter e apresentador nas TVs Gazeta,Bandeirantes, SBT, diretor do portal Vírgula e CEO da Container Digital, incubadora de novas plataformas. Foi editor chefe da Gazeta Esportiva e diretor das rádios Gazeta AM e FM e apresentador da Jovem Pan. Palestrante internacional na área de inovação e empreendedorismo, também foi professor no curso de jornalismo na Faculdade Cásper Líbero.

 

Luiz Cesar Pimentel é jornalista e diretor de conteúdo do portal R7. É autor dos livros Sem pauta: reportagens, histórias e fotos de um jornalista pelo mundo (Seoman, 2005) e Você tem que ouvir isso! (Pensamento, 2011). Trabalhou na Folha de S. Paulo, Editora Abril, revista Trip, nos portais Starmedia, Zip.net, UOL eVírgula. Também é colaborador das revistas Caros Amigos, Carta Capital, Playboy, Rolling Stone, Sexy, Elle e Superinteressante.

Serviço

Ronnie Von- O príncipe que podia ser rei

Antonio Guerreiro e Luiz Cesar Pimentel

Editora Planeta

ISBN: 978-85-422-0388-2

Não-Ficção / brochura / 16×23 / 192 páginas

R$ 34,90

SESC Prainha recebe banda Repolho para dois shows gratuitos

Chapecoenses fazem dois shows no SESC Prainha dias 8 e 9 de agosto

Chapecoenses fazem dois shows no SESC Prainha dias 8 e 9 de agosto

Queremo róque!

E a Banda Repolho retorna à Florianópolis nos dias 08 e 09 de agosto para duas apresentações gratuitas no SESC Prainha. Depois dos excelentes shows dos Irmãos Panarotto, no mesmo local,  Roberto e Demétrio voltam com a Repolho para shows na capital. Chapecoenses em alerta!

Imperdível!

repolho cartaz

 

 

Antônio Rossa e “Aquela Canção”

Antonio Rossa por Marcela Machado

 

Compositor, diretor, fotógrafo, cantor, Antonio Rossa sempre nos traz uma bela surpresa, tanto na música como nas artes visuais. O seu terceiro videoclipe, “Aquela Canção”, é mais um daqueles golaços que o lageano radicado em Florianópolis traz para nós.  Musicalmente “Aquela Canção” é daquelas músicas pop com harmonias belas e que remetem a um passado onde a música brasileira produzia no mainstream belas músicas como ela. Sonoridade, harmonia e um time de excelentes músicos de SC que sempre participam das gravações das canções de Rossa.

Tendo como pano de fundo o delicado tema “Saudade”, Rossa mais uma vez nos presenteia com sensibilidade e poesia, além da bela fotografia, é claro. O single, que é uma parceria de Rossa com o produtor Felipe Melo, contou mais uma vez com a execução e arranjos da banda Sociedade Soul, que gravou todos os trabalhos do compositor até o momento.

 
O clipe ainda contou com o motion design de Rodrigo Dutra, e a fotografia foi uma parceria de Antonio Rossa e Rafael Gué Martini.
Rossa já começou a gravar seu novo single, com lançamento previsto para o segundo semestre desse ano, é só esperar.

 

Segundo episódio do Enraizando celebra o rock and roll

 

E a rapeize do Estúdio Rizoma Design de Joinville bolou uma ideia bacana e bem didática para falar uma série de assuntos. Segundo a turma, o objetivo é informar, ensinar, explicar e também conscientizar as pessoas sobre diversos temas da atualidade. O primeiro episódio fala sobre Copa do Mundo, num apanhado rápido de três minutos sobre a paixão mundial pela Copa. No segundo episódio, a turma do estúdio celebrou o rock and roll.  A ideia é bacana, com vários gráficos e uma narração inteligente, a ideia é ser bem didático e o mais criativo possível.

Todo o conteúdo produzido será disponibilizado de forma gratuita através da internet, por meio das redes sociais e canal no YouTube.

Ronnie Von 70 anos

Ronnie Von, apresentador do programa Todo Seu, da TV Gazeta. Fev/2009

Os 70 anos do pai do psicodelismo nacional

Ronaldo Lindenberg Von Schilgen Cintra Nogueira era um típico adolescente de classe média quando em meados dos anos 1960 decidiu afrontar os pais e virar músico. Os Beatles eram motores de uma revolução que atravessava o mundo e que mesmo num país mergulhado numa ditadura, influenciaram gente como Ronaldo LVSCN a ousar. Nascia um dos artistas mais promissores e vanguardistas da música brasileira. Ronnie Von teve seu apogeu a partir de 1968, quando com liberdade artística, pôde colocar para fora sua ousadia e sagacidade em revelar a um público acostumado a canções de amor jovemguardianas, de que a música pop poderia ir muito mais além de versinhos sobre namoradinhas, brotos e carrões.

A alegria letárgica durou até 1970, numa trilogia de álbuns que só 30 anos depois tiveram o verdadeiro reconhecimento a partir das gerações mais novas. Nos anos 1970 Ronnie comeu o pão que o galã amassou. Foi forçado novamente a voltar a ser o eterno romântico e aquele cara que sua vó desejaria para sua mãe. Ainda nos anos 1970 o cantor sofreu com uma doença que o deixou em cadeira de rodas, sendo que a partir de 1981 ele foi se reerguendo aos poucos e ganhando novamente o coração de seus fãs. Ronnie Von nunca mais foi o mesmo daqueles anos lisérgicos, mas seu legado musical, em conjunto com músicos como o maestro Damiano Cozella, o compositor e produtor Arnaldo Sacomani e outros feras que emprestaram seus talentos como instrumentistas para tornar as obras do cantor cada vez mais importantes para o legado musical do país.

Hoje Ronaldo está completando 70 anos.  O pequeno príncipe plebeu que deveria estar reinando por completo. Parabéns Ronnie Von!