Category: Bandas Catarinenses

The Dramaphones: Rio do Sul produz filhos do Tschumistock

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A escalação do Tschumistock 2007 se mostrou bastante econômica chamando o cast local para o festival. Nem por isso não falta qualidade nas bandas. A grande maioria é escolhida a dedo pela organização e neste ano a estréia de um quarteto de guris, chama a atenção. The Dramaphones, uma piazada que empolgada com tanta coisa boa rolando, resolvem se encontrar para montar uma banda de rock e produzir material próprio.

A banda fez a lição de casa e já colocou três faixas no My Space. As gravações apesar de serem caseiras, estão numa qualidade áudivel para fazermos algumas conclusões. A banda é boa e tem a veia pop roqueira e já na primeira faixa, “Qualquer Azul”, lembra muito aquela fase inicial do Los Hermanos. Com riffs no lugar e uma boa letra e melodia, os Dramaphones tem um bom talento para produção de hits. Na sua página do My Space, o quarteto define seu estilo como indie e cita o rock anos 70 e 80, mais a nova cena rock da Grã-Bretanha como influência. Marlon, um dos integrantes da banda, em contato com o Mundo47, disse que a banda está preparando um EP de estréia com 06 músicas.

O primeiro show oficial do Dramaphones será no Tschumistock 2007. A banda é a segunda que sobe no palco do Sítio dos Tschumi na sexta-feira, 09, um início bacana para esta jovem banda.

Conheça The Framaphones: http://www.myspace.com/dramaphones

No Orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=31882326

Fotolog: http://www.fotolog.com/thedramaphones

Stuart disponibiliza single no MySpace

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Os blumenauenses da banda Stuart estão disponibilizando novas músicas em sua página no MySpace. De acordo com Kaly Moura, o Gustavo, guitarrista e vocalista do Stuart, as músicas “Desenvolvedor de Paranóias” e “Técnica de Ignorar Motivos”, estão disponíveis no site MySpace e em breve estará figurando mais um single virtual do site Senhor F, percursor dos singles virtuais na Web e que estreiou a novidade com os catarinenses do Pipodélica.

Baixe, escute e curta: www.myspace.com/stuart

ATENÇÃO:  Ainda hoje teremos uma boa novidade sobre o Stuart neste blog. Estou esperando somente a confirmação de um endereço virtual correto.

Pipodélica disponibiliza vídeo com nova música

Quem fuçar o YouTube da banda Pipodélica dará de cara com uma série de vídeos produzidos pela banda e para a banda de Florianópolis que está finalizando o novo disco de inéditas. Lá também é possível encontrar clipes produzidos pelo cinesta catarinense Marco Martins, para os  pipodélicos.

Confira no link, a inédita “Superlativo”, faixa que estará no próximo disco. A versão aqui é de um ensaio em estúdio.

Casa de Orates finaliza 1º disco

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O primeiro disco dos itajaienses do Casa de Orates está finalizado e indo para a fábrica nesta semana. A banda que produz algo que definem como “Música Psicodélica Brasileira”, atua na cidade de Itajaí há pouco tempo, mas já alcançando uma boa qualidade sonora para sua psicodelia cênica. Além de som a banda investe no teatro como ponto diferencial no seu trabalho.

Este semana estive no estúdio Giants Steps, em Balneário Camboriú, onde pude conferir algumas faixas gravadas pela rapaziada de Itajaí. Além das faixas, já consegui conferir o material gráfico que está sendo preparado para o disco que teve o apoio de leis de incentivo à cultura da cidade de Itajaí, uma das poucas no Estado com este arrego. Sobre o som eu posso dizer que para quem curte Ian Anderson, do Jethro Tull e a fase psicodélica de Zé Ramalho e Lula Cortês, o primeiro disco dos Orates é o indicado. Uma mistura de flauta transversal e muito violão, letras carregadas de mitologia psicodélica nacional, enfim, um som muito característico dos anos 70 que está sendo revista pela Casa de Orates.

A banda está preparando o lançamento do álbum para 25 de novembro num show no Teatro Municipal de Itajaí. Nesta semana o disquinho já vai para o forno e no lançamento do álbum, também será gravado um clipe pela Pangéia Filmes.

Enfim, mais uma banda de Itajaí que sai de casa com um produto de boa qualidade.

Conheça e escute: Casa de Orates  no Trama Virtual

Raridade de “Os Jeans” pinta na web

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Quando “Os Jeans” apareceu na capital catarinense com aquela forte influência vinda da época que se chamavam Love Three Beatles eu pensei: “Tá ai uma banda que eu queria ter”. O tempo foi passando e eu fui conhecendo o trio formado por Marco Brito, Dani Téo e Celso Tozzo. Nas baladinhas rock do Underground Rock Bar, no Tschumistock ou nas fextênhas rock do Open Bar, Os Jeans estava naquilo que eu chamava de “caminho brilhante”. Músicas boas, levada 60´s sem ter cara de mod e uma sonoridade única.

O tempo passou e a banda decidiu morar em Porto Alegre, berço das bandas de rock and roll com a sonoridade que o Jeans vinha tirando. Lá o som mudou e o que era bom ficou ainda melhor e algumas décadas foram avançadas no som. Mais moderno, o grupo se chamava apenas Jeans e Marco Britto troca o baixo pela guitarra, dando mais peso e psicodelismo delirante para as melhores músicas que o grupo estava fazendo até então. Com a saída de Celso Tozzo a banda ficou mais gaúcha do que Catarina, porém ainda dava pra ter um orgulho danado das viagens piradas de Marco e de Téo. Só que chegou março e tudo acabou. Cada um foi para o seu lado.

A banda com o fim que não se pode afirmar definitivo, deixou um legado de boas músicas e gravações. Infelizmente não foi possível, não chegaram lá, mas no curto tempo de existência em terras gaúchas, eram os queridinhos locais, estavam no caminho. Daniel Téo e Lucas Tergolina, guitarra e baixo respectivamente, estão tocando com Os Efervescentes, que com cerca de 10 anos, já teve trocentos integrantes. Marco Britto, guitarra e jornalista, está em Floripa e segundo ele próprio, está gravando seu projeto com músicas no estilo country rock e diz que não tem pressa em voltar aos palcos. “Vou esperar o momento e o grupo certo para tocar e fazer um som bacana. Para mim o que interessa agora é fazer boa música”, disse exclusivamente para o Mundo47. 

Faixas inéditas na WEB

A boa notícia é que Marco Britto liberou gravações raras e inéditas do Jeans, ainda na fase Os Jeans. Segundo Britto, a gravação rolou em 2004, uma fase de Floripa que a banda estava no auge. “Neste ano a gente estava na TV toda hora, dá até para dizer que viramos queridinhos na mídia local”, disse. Realmente a gurizada agitava a cena e naquele ano, junto com Os Jeans, rolaram shows de Cachorro Grande, Júpiter, Relespública e o Festival Tri Rock and Roll. São quatro faixas de um ensaio com a banda tocando junto, sem overdubs ou truques. “Foi no braço mesmo”, comemora o então baixista de Os Jeans.

Na gravação tem Dani Téo na guitarra e voz, Marco Brito no baixo e voz e Celso Tozzo na bateria. Este último que ficou pouco tempo na temporada da banda em Porto Alegre. Pelo que sabemos, Celso hoje é um orgulhoso papai.  

Baixe as faixas inéditas:

 http://rapidshare.com/files/63000493/jeans_demo_2004.rar.html  

Raridade de “Os Jeans” pinta na web

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Quando “Os Jeans” apareceu na capital catarinense com aquela forte influência vinda da época que se chamavam Love Three Beatles eu pensei: “Tá ai uma banda que eu queria ter”. O tempo foi passando e eu fui conhecendo o trio formado por Marco Brito, Dani Téo e Celso Tozzo. Nas baladinhas rock do Underground Rock Bar, no Tschumistock ou nas fextênhas rock do Open Bar, Os Jeans estava naquilo que eu chamava de “caminho brilhante”. Músicas boas, levada 60´s sem ter cara de mod e uma sonoridade única.

O tempo passou e a banda decidiu morar em Porto Alegre, berço das bandas de rock and roll com a sonoridade que o Jeans vinha tirando. Lá o som mudou e o que era bom ficou ainda melhor e algumas décadas foram avançadas no som. Mais moderno, o grupo se chamava apenas Jeans e Marco Britto troca o baixo pela guitarra, dando mais peso e psicodelismo delirante para as melhores músicas que o grupo estava fazendo até então. Com a saída de Celso Tozzo a banda ficou mais gaúcha do que Catarina, porém ainda dava pra ter um orgulho danado das viagens piradas de Marco e de Téo. Só que chegou março e tudo acabou. Cada um foi para o seu lado.

A banda com o fim que não se pode afirmar definitivo, deixou um legado de boas músicas e gravações. Infelizmente não foi possível, não chegaram lá, mas no curto tempo de existência em terras gaúchas, eram os queridinhos locais, estavam no caminho. Daniel Téo e Lucas Tergolina, guitarra e baixo respectivamente, estão tocando com Os Efervescentes, que com cerca de 10 anos, já teve trocentos integrantes. Marco Britto, guitarra e jornalista, está em Floripa e segundo ele próprio, está gravando seu projeto com músicas no estilo country rock e diz que não tem pressa em voltar aos palcos. “Vou esperar o momento e o grupo certo para tocar e fazer um som bacana. Para mim o que interessa agora é fazer boa música”, disse exclusivamente para o Mundo47. 

Faixas inéditas na WEB

A boa notícia é que Marco Britto liberou gravações raras e inéditas do Jeans, ainda na fase Os Jeans. Segundo Britto, a gravação rolou em 2004, uma fase de Floripa que a banda estava no auge. “Neste ano a gente estava na TV toda hora, dá até para dizer que viramos queridinhos na mídia local”, disse. Realmente a gurizada agitava a cena e naquele ano, junto com Os Jeans, rolaram shows de Cachorro Grande, Júpiter, Relespública e o Festival Tri Rock and Roll. São quatro faixas de um ensaio com a banda tocando junto, sem overdubs ou truques. “Foi no braço mesmo”, comemora o então baixista de Os Jeans.

Na gravação tem Dani Téo na guitarra e voz, Marco Brito no baixo e voz e Celso Tozzo na bateria. Este último que ficou pouco tempo na temporada da banda em Porto Alegre. Pelo que sabemos, Celso hoje é um orgulhoso papai.  

Baixe as faixas inéditas:

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Blumenau Rock City

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Stuart: velha guarda que está preparando novo álbum de inéditas 

A revista/site Válvula Rock, de Itajaí, comandada pelos irmãos Flávio e Anderson Oliveira, fazem um apanhado das principais bandas da cidade mais alemã do Brasil. Não, não é Pomerode, é Blumenau. A revista fez um guia fácil para quem quer realmente conhecer as bandas da terra do Dr. Hermann, incluindo uma breve biografia e vários links onde você leitor, poderá baixar as músicas autorais destas bandas. Todos sabemos que Blucity tem como grande destaque a banda Stuart, mas Blumenau também é celeiro de bandas novas que estão fazendo um excelente trabalho.

O levantamento da Válvula Rock incluiu Stuart e bandas novas, mas não incluiu bandas mais antigas que ainda estão na ativa e “devezemquando”, rola algum show. O Mundo47 irá fazer esse apanhado assim que rolar um tempinho. Muitas bandas não existem mais, mas com certeza alguns fonogramas digitalizados estão pipocando na rede.

Por enquanto fique com o link da Válvula:

Conheça e escute: http://www.valvularock.com.br/guia.html

Liss é a aposta do Alto Vale

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ED: Henrique,  Giulle, Marcelo e Rodrigo: Liss em ação

Eu estive em Rio do Sul no último fim de semana e tomei a liberdade, sem mesmo ter ouvido alguém, escrever sobre a banda Liss. Fazer um post sobre a banda hoje foi a partir de uma conversa com meu amigo Sergey. Eu morei um bom tempo em Rio do Sul e lá, vi muitas bandas covers (excelentes, diga-se de passagem), surgirem nas festinhas na cidade das pontes (como tem ponte naquela cidade). A surpresa para mim veio recentemente, quando conheci a banda Liss.

 Formada por quatro colegas, Guiulle Aquino (voz, violão e guitarras);  Henrique Marquez (baixo e voz);  Marcelo “Marça” Petters (Bateria) e  Rodrigo Fronza (guitarras, voz e synths), a banda despontou em 2005 no Festival Claro que é Rock, quando foram selecionados para abrirem e concorrerem no festival.  Logo em sua terceira apresentação, a banda abre o show do Placebo e só perdem a nem tão saudável competição com outras bandas de SC, pois uma suspeita contagem de votos deu a vitória para a banda Spiegel, a mais vaiada da noite. Isso não tirou o brilho e a energia dos garotos do Alto Vale, que produzem um som forte e vibrante.

Em seu release, o pessoal da Liss define bem o que oferece de bom para o ouvinte. Riffs mágicos, rock alternativo, pop e letras intensas e o mínimo possível de rótulos, um casamento perfeito, pois hoje assistimos as bandas se encorporarem em rótulos desgastados. A mídia contribui muito com isso e para o pessoal da Liss, fazer rock com simplicidade e melodia, é um desafio facilmente superado. As influências são do rock sessentista e da psicodelia, aliados a elementos das guitar bands e do rock inglês dos anos noventa, é o mais próximo do rótulo que conseguem obter, tamanho o seu significado. Liss é atualmente a jóia de ouro do Alto Vale e deve ser muito bem preservada. Uma banda que realiza poucas apresentações, principalmente pela dificuldade do público em assimilar novas idéias. O público do rock é extremamente conservador e se ele passa anos e anos ouvindo somente uma coisa, ele quer sempre que tenha um guitarrista detonador, um vocalista alcólatra e um baterista problema. Talvez seja por isso que muitas bandas do interior são obrigadas a se apresentarem fora de seus domínios.

Na agenda dos riosulenses, dos poucos shows programados, dois são na terrinha. Um no bar Garympus, em frente a universidade local e o segundo é a tradicional apresentação da Liss no Sítio do Tschumi (Tschumistock 2007).

Conheça mais a banda e escute as músicas em: 

Mp3/Fotos/Vídeos e outras Informações: http://www.liss.com.br

Myspace:
http://www.myspace.com/lisscombr

Ouça: Black Tie e todas as outras, claro.

Programa Garagem 92 para download

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Spengler Tenglers: eles também tocaram lá

Era uma vez dois jornalistas que gostavam (ainda gostam, claro) para caramba de rock. Um dia, um deles chamou o outro para fazer um programa numa rádio comercial na cidade de Timbó. Assim nascia o Garagem 92, programa de entrevistas e música com as bandas da região 47 que estavam dispostas em se deslocar até Timbó para participarem do programa. Sob a batuta dos jornalistas Julimar Pivatto e Evandro de Assis, muitas bandas bacanas da cena independente estiveram lá.

Hoje o Julimar resolveu presentear a galera da Green Belly com algumas versões acústicas apresentadas no programa. Ah!, antes que eu me esqueça, a Green Belly é uma lista de malacos do rock 47 , que pelo Yahoo Groups jogam conversa fora todos os dias. Pivatto reservou as melhores versões para músicas de bandas como Hey Miss, Hoffer, Surprise Set, Mayonese Jam, Minds Away, Spengler Tenglers e outras bandas da cena. Algumas dessas bandas nem existem mais, mas o seu trabalho próprio está registrado nas versões acústicas do Garagem 92 e claro, também em alguns sites que em breve colocarei para socializar com todos.

O programa Garagem 92 acabou, mas fica o registro de mais uma importante iniciativa para divulgação de novas bandas.

Baixe as músicas: http://rapidshare.com/files/58745038/Garagem_92.rar.html