Category: Bandas Catarinenses

SESC Prainha recebe banda Repolho para dois shows gratuitos

Chapecoenses fazem dois shows no SESC Prainha dias 8 e 9 de agosto

Chapecoenses fazem dois shows no SESC Prainha dias 8 e 9 de agosto

Queremo róque!

E a Banda Repolho retorna à Florianópolis nos dias 08 e 09 de agosto para duas apresentações gratuitas no SESC Prainha. Depois dos excelentes shows dos Irmãos Panarotto, no mesmo local,  Roberto e Demétrio voltam com a Repolho para shows na capital. Chapecoenses em alerta!

Imperdível!

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Antônio Rossa e “Aquela Canção”

Antonio Rossa por Marcela Machado

 

Compositor, diretor, fotógrafo, cantor, Antonio Rossa sempre nos traz uma bela surpresa, tanto na música como nas artes visuais. O seu terceiro videoclipe, “Aquela Canção”, é mais um daqueles golaços que o lageano radicado em Florianópolis traz para nós.  Musicalmente “Aquela Canção” é daquelas músicas pop com harmonias belas e que remetem a um passado onde a música brasileira produzia no mainstream belas músicas como ela. Sonoridade, harmonia e um time de excelentes músicos de SC que sempre participam das gravações das canções de Rossa.

Tendo como pano de fundo o delicado tema “Saudade”, Rossa mais uma vez nos presenteia com sensibilidade e poesia, além da bela fotografia, é claro. O single, que é uma parceria de Rossa com o produtor Felipe Melo, contou mais uma vez com a execução e arranjos da banda Sociedade Soul, que gravou todos os trabalhos do compositor até o momento.

 
O clipe ainda contou com o motion design de Rodrigo Dutra, e a fotografia foi uma parceria de Antonio Rossa e Rafael Gué Martini.
Rossa já começou a gravar seu novo single, com lançamento previsto para o segundo semestre desse ano, é só esperar.

 

Strokes confirmado no Festival El Mapa de Todos

Os Skrotes, de Florianópolis

Os Skrotes, de Florianópolis

A primeira e por enquanto única atração catarinense na 5ª edição do Festival El Mapa de Todos, que será realizado em Porto Alegre em novembro, é a banda The Skrotes, de Florianópolis. A novidade foi postada no site Underfloripa na noite de ontem, pelo jornalista Luciano Vitor. É a primeira vez que uma banda do estado tocará neste festival, que integra de uma forma íntegra, o melhor da música produzida na América Latina.

O festival criado e idealizado pelo jornalista e editor do site SenhorF, Fernando Rosa, percorre a América Latina pesquisando e apresentando novas perspectivas da música produzida no continente americano. E o melhor, não é um festival veiculado ao famigerado e na minha opinião destruidor da cena independente, a turma do Fora do Eixo.

Vida longa ao El Mapa de Todos!

Veja os artistas já confirmados no El Mapa de Todos

 

 

Cavaleiros Marginais: música autoral do sul de SC

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Desde a criação do Mundo47, o Sul do estado de Santa Catarina esteve pouco presente na produção autoral da música independente no estado. Mas um novo grupo, os Cavaleiros Marginais, da cidade de Tubarão, surpreendem em seu primeiro trabalho. Bom, para conhecer essa turma, necessário apresentações. Cavaleiros marginais é antes de tudo, uma homenagem ao disco Clube da Esquina, em homenagem aos mineiros Lô Borges e Milton Nascimento.

Com o primeiro disco na web e também em versão CD, a banda tem canções próprias em português. Tanto pode se dizer que são rock, mas há também uma gostosa mistura de tango, samba, música clássica, aquela famigerada sigla MPB e outras boas influências. A banda é formada por  Guilherme Simon – voz;  Lucas Suárez – teclado e guitarra; Mauricio Nunes – guitarra e violão; Daiani Santinoni – bateria e Felipe Costa de Souza – baixo.

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Mesmo sendo um grupo novo pela ótica de Mundo47, os Cavaleiros Marginais existem desde 2008, quando subiu ao palco pela primeira vez no Festival de Música e Integração Catarinense (Femic) desse mesmo ano, para apresentar a canção Roda-gigante. O nervosismo da estreia não impediu que o público reconhecesse o talento dos jovens para compor canções. Embora não tenha vencido a mostra, a música foi surpreendentemente bem aceita e impulsionou o trabalho autoral do grupo.

Desde então, a banda de Tubarão tem feito diversas novas canções com um apurado sendo estático e uma excelente percepção com o adocicado vocal de Guilherme Simon e a perfeita harmonia dos demais músicos. Aos ouvidos sedentos por algo mais low profile na música Catarinense, o som dos Marginais é perfeito. Militando numa precária cena alternativa no estado, a banda se reveza em apresentações nos SESCs da vida e pequenos festivais.

Para melhor entender o que são os Cavaleiros Marginais, nada melhor do que uma boa audição do seu primeiro disco. Disponível gratuitamente no site da banda.

 

Banda autoral de rock alternativo. Baixe o disco:http://www.cavaleirosmarginais.com.br/

Festa Rock Therapy trás duas bandas nesta Sexta13 na Lagoa

L8 & A Geleira Ming

L8 & A Geleira Ming

E nesta sexta-feira 13 o rock e o rap tomam conta da Lagoa da Conceição. No Rock´NRoots as bandas L8 & A Geladeira Ming e O Mundo Analógico, fazem os trabalhos sonoros da noite. Marcelo Mancha, da Eutha, participa do projeto da L8 & A Geladeira Ming, explica que a festa é mais uma nova proposta para a noite rock da ilha de Santa Catarina. A fextênha inicia a partir das 23 horas na Lagoa da Conceição.

L8 & A GELEIRA MING L8 (voz, letras e rimas) Leandro Meneses de Oliveira a.k.a. ‘L8′, é um rapper nascido em Cascadura, subúrbio carioca e criado no bairro Pantanal em Floripa. L8 é sobrinho-neto de um dos maiores compositores da música brasileira, o eterno Edson da Conceição (autor da música “Não deixe o samba morrer”, que entre tantos intérpretes, foi sucesso consagrado na voz de Alcione). No fim de 2013 lançou o cd ‘Não deixe o Rap Morrer’.

A GELEIRA MING (eletrônicos, beats e percussão) Marcelo Cabral a.k.a Mancha a.k.a (2) Tio Mano é baixista e vocalista da banda eutha (ex-euthanasia), formação hardcore metal da Ilha. Heráclito Maia a.k.a Herax Stein é percussionista e vocalista do eutha. A banda sempre teve influências da cultura hip-hop, incorporadas ao som pesado e ao estilo artístico e visual urbano do eutha. A paixão da dupla pela Black Music deu origem ao projeto de DJs Mancha e Herax from L.I.M.B.O., que agora com o reforço do rapper L8, se transforma no trio ‘L8 & A Geleira Ming’, nome inspirado na antiga e poderosa Dinastia Ming, que governou a China de 1368 a 1644.

O Mundo Analógico

O Mundo Analógico

O Mundo Analógico nasceu no Sul, em Criciúma pelos idos de 2005, com o intuito despretensioso de se divertir e, de quebra, levar esse mesmo sentimento ao seu público. Os caras já dividiram o palco com grandes nomes da música nacional e internacional, como
 Marcelo D2, Tribo de Jah, Os Paralamas do Sucesso, Raimundos, Goldfinger (Califórnia), Reel Big Fish (Califórnia), Rx Bandits (Califórnia), Streetlight Manifesto (New Jersey), entre outras. Tocaram também em diversos festivais, como o SurfScream Festival, Viva Festival, Rock City Festival, Skarrocks Festival (SP) e a Maratona Cultural de Florianópolis. Eles atualmente trabalham na divulgação do primeiro álbum, Nosso Mundo, lançado no final de 2012, onde mesclam rock, reggae e ska.

Rock N Roots Floripa

Av. Afonso Delambert Neto 103/loja 5, 88062-000 Florianópolis

Gazú fala sobre críticas e sobre o novo álbum do Dazaranha

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Gazu não concorda com posicionamento da banda sobre crítica.

 

O assunto da semana é a crítica ao álbum Daza, último lançamento da banda Dazaranha, de Florianópolis, publicada nesta semana pelo blog Rifferama, do colega e parceiro de RIC Mais, Daniel Silva. A crítica em si não trabalha de uma forma desrespeitosa a banda que tem mais de 20 anos de história no estado, mas faz um alerta para os músicos e artistas catarinenses que há o que se renovar numa carreira tão longínqua como a que eles tem. Daniel relata principalmente é que o disco não tem canções inéditas, mas sim regravações de trabalhos solo dos integrantes da banda e faz pensar um pouco também sobre alguma crise criativa desses músicos que já estão há  vários anos agitando as coisas por Santa Catarina.

Mundo47 entrou em contato com o vocalista da banda, o frontman que tem na sua voz, a principal identidade do Dazaranha nesses últimos 20 anos. O nome dele é Sandro Costa, mais conhecido como Gazú. Por telefone conversamos sobre toda essa polêmica da crítica do último disco, falamos sobre possíveis erros no passado e um pouco sobre o trabalho solo de Gazu, que em breve lançará um DVD gravado em Brusque.

 

 

Confira!

 

Mundo47: Gazú, o que você achou da crítica feita pelo Daniel Silva, do blog Rifferama sobre o disco Daza, recém lançado pelo Dazaranha?

Gazu:  Eu achei que foi dito verdade ali, de uma forma coerente. Houve elogios, vi que ele engrandeceu bastante a banda. Vi nele um grande fã do Dazaranha, alguém que gosta muito da banda, não alguém que estava esperando uma oportunidade para malhar, e achei super legal cara, seria bom para a banda se houvesse críticas como essa em todos os meios impressos de Santa Catarina e do Brasil.  A gente sentiria grandioso se tivéssemos criticas como esta.  Achei ela (a crítica) superpositiva e senti a carência, não só do nosso publico, mas de Santa Catarina em geral, por novos trabalhos. Vi que não só o Daniel, mas como o público de uma forma geral, quer mais do Dazaranha e isso foi uma forma positiva. Críticas como a dele é uma carência que estava precisando, a gente deve se sentir feliz porque as pessoas querem mais

 

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Mundo47: O que você achou da repercussão sobre a crítica do disco e posicionamento oficial da banda sobre a crítica que o Daniel fez no seu blog, incluindo a assessoria de imprensa do Dazaranha que também tentou “mudar” a opinião do jornalista?

 

Gazu:   Não foi legal da parte do Dazaranha em responder e eu não fui consultado, até porque eu me desliguei da administração  do Dazaranha.  Como eu não estou na administração eu assino embaixo até os erros, mas particularmente, eu acho que deveríamos aceitar isso como uma coisa positiva, não negativa, mas a grande maioria das pessoas está achando positivo o CD, até porquê você não vai agradar todo mundo. Não podemos fazer um CD raiz como o primeiro, a gente tem nossa particularidade com as letras, o violino, o sotaque do vocalista, essa característica está presente na vida do Dazaranha e o publico está gostando. Eu particularmente acredito numa qualidade muito legal neste CD, mas eu acho que o Dazaranha não tinha que se pronunciar em relação a isso. Acho que Santa Catarina é um estado onde a gente está amadurecendo em todos os aspectos. As bandas estão amadurecendo, a gente também amadureceu sozinho desde o começo da banda, as empresas de som estão mais profissionais, a gente participou do crescimento  delas,  as casas de show estão se profissionalizando, melhorando as condições de trabalho para os músicos, essa profissionalização estamos desenvolvendo em Santa Catarina.  A critica em SC é uma coisa que  a gente está  aprendendo a ter. Veja você, me ligando  para saber de mim, isso diz que isso que a gente tem importância, é porque eu tenho algo a dizer, que o Dazaranha tem importância pra dizer, e se o Daniel fez no blog dele, é porque o Dazaranha tem conteúdo, isso eu acho que já se basta. A banda tem que ficar feliz, pois  ele estudou o CD, a história do Dazaranha, isso pra mim basta. Agora, em relação ao Chico (Chico Martins, guitarrista), a opinião dele não é opinião do Dazaranha. Ele tem direito de se defender, como ele também vai enfrentar as criticas com o que ele fala, como eu, o que eu falo também vou ter que me defender sobre o que eu falo. Embora eu não concorde com a resposta, eu assino embaixo.

 

 

Mundo47: E como esta crítica teve uma grande repercussão nas redes sociais, eu queria saber a opinião sua sobre o disco, como você avalia esse trabalho?

 

 

Gazu:  É uma batalha para gravar um CD, mas o publico não quer saber o que está acontecendo nos bastidores, quer saber do espetáculo, se ele acontece bem. O público não quer saber se é difícil montar o palco, luz, se alguma coisa não tá funcionando bem, o publico quer saber se o show tá bom. Nosso trabalho é estar organizado. Mas falando desses bastidores, para você que tem um conhecimento maior,  esse CD eu idealizei ele e corri atrás para que ele acontecesse. Na época eu era administrador do Dazaranha.  Eu escolhi o produtor, o Carlos Trilha,  uma escolha minha e aceita pela banda. Escolhi o estudio R3, que é um dos melhores estúdios do Brasil. Eu corri atrás de recursos, claro com a participação do escritório do Dazaranha, junto com o Adauto (baixista da banda) , estava do meu lado realizando essa empreitada. A gente tem a nossa dificuldade para fazer o melhor, a gente poderia pegar um estúdio mais barato, mas optamos pela qualidade, tanto na gravação quanto na produção. Em relação a parte artística a coisa é democrática. Eu não influenciei nada, ali foi escolhido o repertório democraticamente, não só pelos músicos, mas pelo pessoal da técnica, produção. A gente tinha até muitas músicas, mas cada música custa um preço alto para fazer.  Seria  bom ter um CD com mais musicas, eu também queria, mas envolve uma questão de orçamento, mas o público não quer saber disso. O Daza foi feito de uma forma independente. Os arranjos são idealizados por cada um, em seu instrumento, cada um trabalha sua parte, claro que há alguns ajustes, mas cada um faz a sua parte. O Carlos Trilha pegou as músicas prontas. Ele gravou, mixou, na gravação mexeu um pouco lá, um pouco aqui, adicionou ou excluiu a participação de algum instrumento, ele também colocou teclados em várias músicas, pois ele é um excelente tecladista, foi um disco que demorou bastante para sair. Gravamos em etapas, numa vez foram três músicas, depois mais três e depois o restante do disco, mas saímos com 11 canções. A gente havia feito o box comemorativo de 20 anos da banda, aí a gente meio que armou uma distribuição independente, junto como divulgador Chicão e ele junto com a banda, montou essa distribuidora independente, através disso estamos distribuindo o disco.

 

Mundo47: no final dos anos 1990 a banda fez parte do cast da Atração Fonográfica, gravadora nacional que lançou Tribo da Lua, com o hit Vagabundo Confesso. Todo mundo achou que vocês virariam um sucesso nacional, apesar de breve, esse sucesso teve fim. O que faltou para o Dazaranha estourar no resto do país?

 

Gazu: na época que a gente que fez parte da Atração, ainda rolava o universo das gravadoras em bancar o CD. Uma grande gravadora era o único caminho para um artista botar o disco na rua, a gravadora era tudo (gravação, distribuição, divulgação)  num lugar só. Nessa época a Atração era uma gravadora pequena, mas trabalhava mais sertanejo, caipira do interior de SP,  moda de viola, aquele som Almir Sater, do Mato Grosso do Sul, coisa desse gênero, e o Dazaranha era uma banda “pop reggae rock”, um produto meio fora do que ele estavam acostumados a trabalhar, mas eles gostaram do Dazaranha, mas a gente fez uma parceria, sabíamos que tinham gravadoras mais importantes, que poderiam trabalhar com mais facilidade, mas de repente a gente não escolheu bem a gravadora, que poderia trabalhar um produto como o nosso. Por outro lado, se fores analisar, foi feito um grande trabalho como Dazaranha. Fomos Top50 em vendagens no Brasil por três vezes, isso não é uma marca histórica não só pelo Brasil, mas para Santa Catarina. Recebemos informações que nosso disco foi comprado no Brasil inteiro, tocamos em São Paulo com casa cheia, a música Vagabundo Confesso foi regravada várias vezes, usados em diversos comerciais, inclusive pelo Guga. Se for analisar, fizemos um grande trabalho, com o Tribo da Lua, Vagabundo Confesso, fomos bem reconhecidos, vários programas de TV a gente fez, foi ótimo esse trabalho, foi grandioso, faltou dar sequencia, mantido, evoluído, mas foi um trabalho bom, hoje tu não consegue mais, as gravadoras pegam um produto pronto, elas basicamente divulgam, e muitas vezes até a distribuição.

 

 

Mundo47: Em mais de 20 anos é difícil ficar no casamento apenas com uma banda, você tem o desejo de tocar mais, com outras pessoas também. Você fez isso nos últimos anos. Como é esse seu trabalho solo?

 

Gazu:  Eu já estou uns três anos fazendo meu projeto. Depois de 20 anos a gente acha umas brechas, onde ficamos com tempo ocioso e aí comecei a fazer apresentações solo. Com isso eu mantenho meu nome na boca da galera e de lambuja mantenho o nome do Dazaranha, todo mundo ganha com isso. Uns dois anos atrás, eu gravei um CD com inéditas, só uma regravação de um amigo meu, esse CD deu origem a um DVD, onde gravei em Brusque. Teve a participação do Armandinho e do Teco Padaratz, e mais outras figuras, foi um disco basicamente gravado em cima do meu CD, onde o Armandinho deu uma musica dele, Desenho de Deus e gravou comigo. Já tem um clipe rolando no YouTube, onde tem eu e o Armandinho cantando Desenho de Deus. Esta semana estou concluindo a finalização do DVD. Estou armando com uma gravadora, mas não é nada certo, nem vou te falar, pode não acontecer, mas eu vou botar meu boi na rua. Para este projeto solo eu formei uma banda com grandes músicos, é uma grande oportunidade de eles trabalharem comigo, onde tem uma exposição, eu estou bem satisfeito em tá com essa superbanda, isso oxigena meu trabalho como musico em estar somente com o Dazaranha, eu consigo fazer algo diferente, não preciso tá mexendo com as coisas do Daza em estar levando conflitos à frente, com meu projeto paralelo eu consigo fazer minhas coisas também, estou bem feliz com isso.

 

Crispim Soares é o novo projeto de ex-Madeixas

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Nos anos 1990 e começo dos 2000 uma banda de Blumenau fez história na cena catarinense. A Madeixas. A banda gravou alguns EPs e fez shows pelo estado, passando por clássicos lugares como o Underground Rock Bar, Tschumistock e Curupira Rock Club. Após o fim da banda, os irmãos  James e Camila Zoschke foram morar em Curitiba, onde estudavam. Lá ficaram. A banda teve voltas esporádicas, mas o fim aconteceu. Nesta semana um novo suspiro. James e Camila lançaram um novo projeto. Crispim Soares. O álbum de estreia está prestes a ser lançado, Algumas Pessoas Dançam. Nesta semana o clipe 3 Marias subiu no Youtube. Gravado na Alemanha, o clipe é realizado pelo diretor catarinense Andreas Peter, protagonizado por Letícia Raash, uma artista curitibana que morava em Balneário Camboriú antes de se aventurar pelo Velho Mundo. Confira!

Second Blues de Marzio Lenzi será lançado em Bombinhas no sábado

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Marzio Lenzi lançará seu excelente disco Second Blues neste sábado, em Bombinhas, no Magic Bus num show carregado do bom e excelente blues lageano, produzido nos vastos campos de pinhão. O frio é convidativo para um vinho e este som bacana rangendo das guitarras de Marzio.

Checa o cartaz aí e se liga nessa

 

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Marzio Lenzi lança segundo álbum solo de blues

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Marzio Lenzi apresenta trabalho gravado em casa

 

Marzio Lenzi é um dos mais espetaculares guitarristas do Brasil. Não é presunção não, se nos anos 1960 Eric Clapton causou furor nas ruas de Londres para que pixações o proclamassem “Clapton is God”, acho que já passamos do tempo em pixar um muro com “Marzio is Son of God”. O cara sempre arrebentou, tanto nos inúmeros álbuns rock and roll gravados com seus irmãos e parças, do Lenzi Brothers como já em seu primeiro trabalho solo, Marzio Lenzi and The Raze Blues.

O novo álbum, Second Blues, lançado na web na última quarta-feira, 07, é o retrato do guitarrista em querer dar continuidade ao seu projeto de blues e tudo isso aconteceu quando Marzio montou um home estúdio em Lages-SC, onde reside. Marzio fez durante dois anos várias demos num processo de aprendizagem, demos, tocando todos os instrumentos e quando a coisa começou a soar bem, pensou em gravar um disco sozinho. “Acabei fazendo esse trabalho gravando com a ajuda de um primo, que também tem home studio, Steffan Duarte”, disse para o Mundo47. O Second Blues foi gravado inteiramente pelo guitarrista, que tocou todos os instrumentos, mixou e masterizou. “Em Lages está rolando uma boa cena de blue. Todo mês vem artistas fazer shows, a maioria eu participei dos shows e aproveitei para gravar as participações dos caras”, explicou.

O álbum Second Blues tem as participações especiais de Décio Caetano (guitarra), Joe Marhofer (gaita), Ricardo Maca (guitarra) Andrey Garcia (piano e órgão) Gonzalo Araya (gaita) e Greg Wilson (voz). Ao todo, o novo trabalho tem 07 faixas autorais, 03 releituras de clássicos do blues, sendo uma de Décio Caetano.  A princípio Marzio revela que o disco não terá alguma tour de lançamento, mas sim shows esporádicos que provavelmente serão marcados. “Achei melhor primeiro divulgar o disco e depois sair marcando shows, é mais fácil… a expectativa otimista é uma tour, a realista são os esporádicos”, declara.

 

 

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Mundo47:  Como vc avalia o cenário do blues no Brasil hj? o que tu destaca para a rapeize?
Marzio Lenzi:  Bem, a cena do blues no Brasil cresceu novamente de 2010 pra frente, estava morna desde o inicio do século e hoje tem muitos artistas bons, e muitos festivais pelo brasil, assim como publico. Diferente do rock independente, que já foi legal, e hoje em dia para tocar e tirar uma grana tá feio…hoje rock independente só depende de verba publica e isso é ridículo!  Mas essa questão de mercado não me influenciou pra fazer esse disco, fiz por que curto blues desde os 16… e sempre acho que deveria fazer mais com e pelo blues… sobre o Lenzi Brothers, selecionamos 10 musicas de 30 demos essa semana e pretendemos começar a gravar o próximo…
Mundo47: Você tem um reconhecimento por parte de publicações como a Guitar Player e várias pessoas, como alguns jornalistas que te consideram um dos melhores guitarristas do Brasil. Tu nunca pensou em investir numa carreira musical no eixão?
Marzio Lenzi: Bem, pensar o cara pensa umas seis vezes por dia, mas mas sempre a possibilidade de ter uma vida paralela, de gente normal, ganhando um salario fixo para se ter segurança financeira, me pareceu sempre mais sensato para as minhas expectativas. Acho que no meu caso pode ser que um reconhecimento maior demore mais, mas chega, espero…

Yellow Box divulga clipe de Leave This Town

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Ramos, Américo e Bruce: agora um trio YB se destaca com novo clipe

 

E os rapazi da Yellow Box, de Itajaí, lançam mais um clipe. A banda lançou no último final de semana o clipe de “Leave This Town”, com produção e direção de Thábata Ferraz e do guitarrista da banda, Bruce Marques. A música é mais uma bela porrada de rock and roll com boa melodia e letra em inglês, língua que marca o trabalho da banda desde o lançamento do primeiro álbum. A canção gravada no estúdio Overdrive, em Balneário Camboriú, teve produção de Marcos Piccoli Júnior.

Saca só o clipe dos guris.

 

 

Irmãos Panarotto em dose dupla na capital catarinense

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Além da programação do Floripa Noise Festival, Florianópolis também terá uma overdose de róque no SESC Prainha, no centro da capital catarinense com os Irmãos Panarotto. Depois do recém lançado disco Chamando Chuva, é a primeira vez que os Irmãos Panarotto se apresentam na capital do estado.Irmãos Panarotto é um trabalho solo em dupla de dois integrantes da banda Repolho. Como diz os rapaze, o show é composto por músicas dos dois discos do projeto dos brous, entre outras bobagens que sempre sai na hora. Os shows acontecerão nesta sexta (04) e sábado (05) com a participação de Akira Fukai (banda John Filme) e Daniel Posta (banda Adam e Juliette)

 

Quer ouvir as músicas?

Ouça aqui: http://ir-panarotto.bandcamp.com/ (e pode baixar também) por sua conta e risco.

No show elas são sempre executadas de maneira completamente diferente.


 

 

Somaa disponibiliza na web o clipe “Marionetes”

 

Fala amarelo

E a rapeize de Joinville, da banda Somaa, uma das mais importantes da cena local, está divulgando no Youtube o seu maravilhoso clipe de “Marionetes”, mais uma canção single que os joinvillenses da Manchester catarinense colocam na internet. Os amarelos do norte que não vêem o sol com frequencia, conseguiram fazer o vídeo com recursos da lei de incentivo cultural de Joinville e o clipe repetiu mais uma parceria com o diretor Rodrigo Brum, velho conhecido do underground do norte do estado.

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Junto com o videoclipe, o Somaa está lançando um single virtual com duas faixas, a (re)nova(da) “Marionetes” e uma versão ao vivo para “Filosofia de para-choque de caminhão”, música do Cd/Ep “Colisão e outras histórias ordinárias” lançado em dezembro de 2012. O single virtual pode ser baixado gratuitamente em http://www.somaarock.com.br/discografia/ e além das duas músicas, como de costume, tem capa e encarte.

O videoclipe está sendo lançado com exclusividade pelo site www.tenhomaisdiscosqueamigos.com

 

Conheça o Somaa

www.somaarock.com.br

www.facebook.com.br/somaarock

Sua vida vai ser outra depois do Floripa Noise 2014

 

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Com programação definida o Floripa Noise Festival começa no final de março e vai até 12 de abril com VÁRIAS atrações bacanas a preços justos e alguns até na faixa. Mostra de cinema, feira de vinil, múmias a granel e a presença de mestres da música catarinense, brasileira e até mundial. Destaque para shows da banda de prog, Focus (Holanda) e do maravilhoso Jards Macalé.  Confira a programação e se acerte para passar dias maravilhosos na companhia de Guilherme Zimmer e companhia na capital dos catarinenses manezinhos.

 

 

29.03 (sábado)
Shows com
Nervochaos (SP)
Into Darkness (ALE)
Khrophus
War-Head (CRO)
A partir das 23h – $20
Célula Showcase

01.04 (terça-feira)
CINEMA DE BOTECO
FILMES:
A História de Lia (Rubens Melo, 2010, 13 min)
Erivaldo, O Astronauta Místico(Gurcius Gewdner, 2013, 6 min)
O Segredo da Múmia (1982, Ivan Cardoso, 82 min)
Linguinha The Killer (Mauricio Ribeiro Júnior, 2012, 29 min)
Cabra Bode ( Milton Santos, 1968, 40 min)

A partir das 19h – Entrada franca
Taliesyn Rock Bar

02.04 (quarta-feira)
CINEMA DE BOTECO
FILMES:
Amor & Tara (Ivan Cardoso, 1971, 3 min)
O Bacanal do Diabo e Outras Fitas Proibidas de Ivan Cardoso (2013, 60 min)
WAR (Gurcius Gewdner, 2012, 6 min)
Filmes são seus Amigos (Gurcius Gewdner, 2013, 2 min)
Filme Politico Numero 1 (Petter Baiestorf, 2013, 1 min)
Zombio 2: Chimarrão Zombies (Petter Baiestorf, 2013, 83min)

A partir das 19h – Entrada franca
Taliesyn Rock Bar

03.04 (quinta-feira)
CINEMA DE BOTECO
FILMES:
Mukeka di Rato _ Pedra (Fernando Rick, 2012, 3 min)
Os Pedrero _ Pressa de te Amar (Gurcius Gewdner, 2013)
Almoço na Relva (Gurcius Gewdner, 2013)
O Tiroteio do Esqueleto sem Cabeça (Christian Caselli, 2003)
Mamilos em Chamas (Gurcius Gewdner, 2008, 60 min)
Os Bons Tempos Voltaram: Vamos gozar outra vez (Ivan Cardoso & John Herbert, 1986, 80 min)

A partir das 19h – Entrada franca
Taliesyn Rock Bar

04.04 (sexta-feira)
CINEMA DE BOTECO
FILMES:
Perdigotos da Discórdia (Christian Caselli, Fabiano Soares, Gurcius Gewdner, Petter Baiestorf, 2012)
Os Curtas Melequentos de Luciano Irthumm (Luciano Irthumm, 1998/2013, 20 min)
Fragmentos de uma Vida (Petter Baiestorf, 2004)
O Panorama da Carne (Scoria Filmes, 2013, 20 min)
Loreno Contra o Espantalho Assassino (Mantenópolis/ES, Manoel Loreno, 1989)

Show de encerramento com a banda Xevy 50
A partir das 19h – Entrada franca
Taliesyn Rock Bar

05.04 (sábado)
FEIRINHA DE VINIL
Das 9h às 15h – Entrada franca
Taliesyn Rock Bar

Show: Les corvettes
A partir das 15h – Entrada franca
Taliesyn Rock Bar

08/04 (terça-feira)
TAC 7:30
Show com Jards Macalé (RJ) e Os Skrotes + Edu K
A partir das 19h30 – $10
TAC – Teatro Álvaro de Carvalho

09/04 (quarta-feira)
PORÃO NOISE
Show com Os Cafonas e O lendário Chucrobilly Man (PR)
A partir das 20h – $10
Taliesyn Rock Bar

ERUPÇÃO PROG
Show com a banda Focus (HOL)
Abertura com a banda Imagery (PR)
A partir das 23h – $40 Ant.
John Bull Floripa

10/04 (quinta-feira)
TRIO DE DUOS
Show com Encruza, Baga Pirata, e Projeto Kaos
A partir das 20h – Entrada franca
Escola de música Rafael Bastos

11/04 (sexta-feira)
PIOR NOITE
Show com Leptospirose (SP), Os Pedrero (ES), Homem-lixo, Eutha, e Insúbito
A partir das 23h – $10
Célula Showcase

12/04 (sábado)
APOTENOISE
Show com El Mató a Un Policía Motorizado (ARG), Cassim e Barbária, AMP (PE), Somaa, Babba
A partir das 23h – $20
Célula Showcase

ENDEREÇOS:
CÉLULA SHOW CASE – Rodovia João Paulo, 75 – João Paulo
ESCOLA DE MÚSICA RAFAEL BASTOS – Rua Dom Jaime Câmara, 202 – Centro
JOHN BULL PUB – Avenida das Rendeiras, 1.045 – Lagoa
TALIESYN ROCK BAR – Rua Victor Meirelles, 112 – Centro
TEATRO ÁLVARO DE CARVALHO – Rua Marechal Gui

Lenzi Brothers lançam DVD no litoral neste final de semana

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Até que enfim!

Está marcado para amanhã, 21 de março, o lançamento do DVD Lenzi Brothers 15 anos em Balneário Camboriú. Finalmente o Gas Station, um pub de rock da cidade se rendeu ao som dos três irmãos Lenzi. Os lageanos, apesar de terem gravado o disco na sua cidade natal em 2012, finalmente lança o DVD na cidade que praticamente os fez no final dos anos 1990, quando tocavam covers pelas baladas da região.

Orgulhosamente eu, Rafael Weiss, fiz parte das gravações deste DVD, filmando o making of e fazendo câmera durante o show. O DVD é imperdível, com participações de músicos de peso, como Galeno Castro, Andrey, Rubão e Juan. O show amanhã se repete no sábado, em Florianópolis (finalmente também!) na Célula Cultural.

Imperdível!

Six Six The Clown estreia novo clipe

Riossulenses querem te levar para conhecer o capeta.

Riossulenses querem te levar para conhecer o capeta.

 

Rio do Sul Rock City é só orgulho. A cidade tem uma produção boa de rock autoral e depois de lançar um dos melhores álbuns do ano passado, o quinteto da Six Six The Clown apronta mais uma e joga na web o seu primeiro clipe. “Ressaca”.

Gravado em Rio do Sul na companhia de muita cerveja, os rapazê também aproveitam para mostrar que a região 47 é boa na produção de clipes. Tá zeradinho.

Veja abaixo a pauleira com imagens do Juninho Alvisi, Ricardo Stuhlert e Raphael Stuy.

 

 

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Irmãos Panarotto na Globo News

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O programa Navegador, da Globo News, deu destaque na última segunda-feira, 17, a artistas que viraram ídolos virtuais. Os artistas criados pelo mundo virtual e que se tornaram ídolos. Entre vários artistas, o programa deu destaque para um clipe da banda Repolho (Juvenal) e um vídeo de 2 Violão e 1 Balde, dos Irmãos Panarotto. A dica é do antropólogo e jornalista Hermano Viana, que em outras oportunidades já havia dado destaque para o trabalho dos catarinenses de Chapecó.

Confira aqui e aqui

 

Mukeka di Rato no aniversário da Velvet Discos em Rio do Sul

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Neste sábado, 8 de fevereiro, a partir das 16 horas no Gaia Tattoo e Mamult Miniramp em Rio do Sul, a Velvet Discos comemora 1 ano com uma bela fextênha punkzera.

Mukeka di Rato chega ao estado para mais uma apresentação e no menu ainda teremos Homem Lixo, Apicultores Clandestinos e THCore.

Ingressos limitados!

Para quem não sabe, a Velvet Discos, chefiada pelo Frank, que é baixista da Homem Lixo, é uma das poucas lojas de discos em vinil de Santa Catarina que trabalha com catálogo de discos novos. Há também uma grande variedade de discos de vinil usados, só coisa fina e de qualidade. O preço dos discos usados, praticados pela Velvet são muito honestos e sob encomenda, você pode adquirir os discos novos prensados pela Polysom e também discos importados. Outro diferencial da Velvet Discos é a quantidade de vitrolinhas old school que o Frank consegue. Algumas em estado de novo, outros precisando de uma guaribada e também, preços mais do que justos.

Parabéns ao Frank e toda a raça de Rio do Sul que anda curtindo o vinil. Ouvir esses discos não é mais apenas uma moda, é um estilo de vida para quem aprecia bons álbuns e Rio do Sul, no Alto Vale de Santa Catarina, está na ponta.

 

Kaly e Os Hóspedes do Chelsea disponível na web

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O catarinense Gustavo Moura, o Kaly, é conhecido na cena independente catarinense por ter passado por bandas como Enzime e Stuart. Há alguns anos radicado em São Paulo, o cantor e compositor fez álbuns também da Stuart, mas zanzou como músico de Wander Wildner, fez o projeto Os Ùltimos Românticos da Rua Augusta e foi mostrando algumas canções de outro projeto solo, Kaly e Os Hóspedes do Chelsea.

Este último ganhou versão álbum nesta quarta-feira, 05, na internet. O álbum “Porres, ressacas e canções” foi disponibilizado hoje na internet (ESCUTE AQUI) com 10 músicas. O álbum está disponível também para download e segundo Kaly, para os mais puritanos, a edição física do disco aparecerá em março. O disco foi produzido por Kaly e pelo também catarinense radicado em São Paulo, Marco Britto (ex-Os Jeans) com participações de Sérgio Serra, Nervoso e Juli Manzi. O disco foi gravado em São Paulo (no famoso Baixo Augusta) e em Blumenau, no estúdio Phoenix.

O disco é recheado do melhor do punk brega, diluído no bom e velho folk e condicionado em grandes barris de vinho. Destaque para as novas músicas compostas por Kaly e também músicas que foram trabalhadas no projeto com os Ultimos Românticos da Rua Augusta.

 

Stormental e Irmãos Panarotto lançam clipes nesta sexta-feira

Sexta-feira, final de uma uma semana dos infernos em Santa Catarina, mas vamos lá, tem novidades.

Duas bandas de SC divulgaram hoje seus novos clipes. De leste a oeste, Stormental, de Florianópolis lança o single do EP 4 Season, 4 Reasons, que serão reunidas em quatro músicas escritas pelos integrantes, destacando uma estação do ano. A Stormental é uma banda que dará um “hiato” na sua história. Novidade: o vocalista e compositor de várias músicas, Alexei Leão, partirá em fevereiro para uma temporada em Nova Iorque, onde estará fazendo um curso de produção musical, áudio, aquela coisa toda. Xei já está com apê reservado no Brooklin, quem sabe, novas músicas surgirão através da realidade de NY. O clipe lançado hoje é de Flowers, Fucking Flowers.

 

Do outro lado da vida, digo, do estado, os Irmãos Roberto e Demétrio Panarotto, os Irmãos Panarottos, que nos dão vários presentes musicais com a banda Repolho, soltaram hoje o primeiro clipe de três que foram gravados em janeiro. Segundo Demétrio, rolou até clipe em Super 8 e o primeiro bixo a ser solto é a doidona Chamando Chuva. Confira!

 

Slimkings: nova aposta de #RiodoSulRockCity

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E no finalzinho de dezembro surge para o grande público a Slimkings. Banda de Rio do Sul Rock City, a cidade onde o rock cresce a cada dia. A banda faz um som inde pop, forrado de influências tanto gringas quanto de bandas independentes brasileiras. Formada por Ricardo Silva, guitarra e vocais, Aline Ramos, guitarra e backing, Leonardo Minatti, baixo e backing e com a presença do veterano ex-Liss, Marcelo Petters, na bateria, a banda é uma boa aposta para este ano de 2014. No Soundcloud da banda a primeira canção disponibilizada pelo quarteto, “Eu, Você e um Sofá”. Que venham mais músicas e shows pelo circuitinho róque de SC. Esperamos.