Category: Álbuns Clássicos

Nazareth faz tour por Santa Catarina em fevereiro

Dudley JB'S 2008 , Photo's by Ian Lyell

Nazareth logo, logo se torna mais uma banda de SC, só falta isso

A banda britânica Nazareth, há 40 anos na estrada, escolheu o Brasil para ser seu porto seguro. Há algum tempo, shows e mais shows aportam por aqui, especialmente em Santa Catarina. Não sei o que viram aqui, mas se viram, tá sendo muito bom. Em fevereiro a tour brasileira da banda tocará apenas numa capital, Curitiba, o resto será em cidades do interior de Santa Catarina.

O giro começa em 18 de fevereiro, em Criciúma, dia 19 a banda se apresenta em Jaraguá do Sul e dia 20 em Videira. Dia 24 a banda sobe até Curitiba, dia 25 em Rio do Sul e a tour termina em Balneário Camboriú, dia 26. As duas últimas, minhas cidades do coração.

É incrível!

A coisa é tão oficial que tá no site da banda. Confira!

Aiaiaiaiai tá chegando a hora! Paul in POA

Ingresso comprado, excursão pra POA garantida, camiseta dos Beatles separada, grana reservada, anciedade enorme, mas tá chegando a hora. Domingo, dia 7 de novembro, Paul McCartney em Porto Alegre.

Uma baita alegria!!!!!!!!!!!!

Acima, um belo encontro.

Paul e Stevie Wonder, ao vivo para o Barack Obama, em junho de 2010.

Esse dueto é fodástico!

O velhinho de Abbey Road

Senhor que apareceu acidentalmente na capa do Abbey Road se recusa a escutar músicas dos Beatles

Paul Cole é americano, em agosto de 1969 estava de férias em Londres com sua esposa. Não sei fazendo o que em Abbey Road, Paul é aquele senhor que aparece na capa do disco Abbey Road. Hoje, aos 92 anos, Paul Cole diz que nunca ouviu o álbum Abbey Road e que prefere música clássica.

Repolho para todos

Não, não é nenhuma campanha do Governo Federal de combate à fome e incentivo da alimentação de verduras. É a banda Repolho, de Chapecó, Santa Catarina, Brasil, que disponibiliza todo seu catálogo na internet, para download.

É Repolho para todos!

01 – Repolho Vol 1

http://www.megaupload.com/?d=P7L01T3J
02 – Repolho Vol 2
http://www.megaupload.com/?d=56UCBX6M
03 – Repolho Vol 3
http://www.megaupload.com/?d=NPE1NM4L
04 – Repolho Vol 4
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Repolho – Sorria Meu Bem (ver. Compacto)
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Banda Repolho participação em coletâneas.
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Repolho single vol 1,5
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Irmãos Panarotto em 2Violão e 1Balde
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Semana Lenzi Brothers no litoreba

09/09 (Quinta) Florianópolis
Show? Lenzi Brothers e Motel Overdose
Onde? Espaço Cultural Sol da Terra
Horário? 20 horas
Ingresso? Entrada Franca - Para retirada de ingressos antecipados para o show dia 09/09 ligar para (48)32322303
11/09 (Sábado) Jaraguá do Sul
Show? Lenzi Brothers
Onde? Licoreria
Horário? 23:30 hs
Ingresso? não informado
12/09 (Domingo) Balneário Camboriú
Show? Lenzi Brothers, Pata de Elefante e Cassim e Barbária
Onde? Didge – 33616414
Horário? 19 horas
Ingresso? antecipado (1ºs 50) 15,00. Na hora 20,00

Electric Mud: obscuro e renegado disco de Muddy Waters

electric-mud-inlay

O pai do blues se rende ao som ácido e  psicodélico em 1968

O mundo da música sempre nos passa ao longo do tempo o acesso a preciosidades musicais que nunca imaginamos. O blues não é uma das minhas primeiras opções de música, mas sempre fuço alguma coisa ou outra sobre o estilo. A mais recente é a descoberta minha, 42 anos depois do lançamento, de Electric Mud. Em 1968 o produtor Marshall Chess, filho de um dos proprietários dos famosos estúdios Chess de Chicago, em pleno auge do movimento hippie, resolveu experimentar. A idéia era colocar um dos maiores astros da gravadora de seu pai, Muddy Waters, tocando com uma banda jovem e psicodélica. Nascia ali o álbum conceitual Electric Mud.

O objetivo de Marshall era aproximar este público ao som do blues e nada como modernizar o som com uma baita banda e um dos maiores compositores e intérpretes do estilo. Muddy topou e para isso, o produtor chamou um time de músicos do Rotary Connection, cara que deram outro timbre ao som de Waters. O álbum não foi muito aceito entre os puristas, indo para a 127ª posição no ranking da Billboard, mas fez um relativo sucesso entre os ingleses, que nos anos 1960 redescobriam o blues com bandas como Yardbirds, Cream, Rolling Stones e outras. Vamos combinar que se não fossem os ingleses, o blues estava fadado ao sucesso dos grandes nos anos 1950, como o próprio Waters, Willie Dixon e Howlin Wolf.

File:Electric Mud.jpg

O repertório foi básico. A banda deu nova roupagem a clássicos de Waters como “I Just Want to Make Love to You”, “Hoochie Coochie Man”, “Mannish Boy” e uma inesperada versão de “Let´s  Spend the Night Together”, dos Stones, amigos de Marshall já que em 1964 gravaram o seu segundo álbum nos estúdios do seu pai em Chicago. Anos mais tarde, Marshall Chess trabalhou como produtor dos Stones.

Após o fracasso americano, o proprio Waters passou anos e anos condenando o disco, não dando muito valor, mas Electric Mud é um daqueles discos que fazem a ponte entre o blues rock já produzido pelos britânicos, faltava mesmo uma produção americana e nada como seu maior nome para disparar os clássicos em versões psicodélicas.

Electric Mud é uma pérola que merece ser baixada ou comprada.

Vá atrás do seu.

Rock Mania estréia neste sábado na Camboriú AM

Sim, mais um programa rock and roll para Santa Catarina. Meu chapa, Wanderson Werch, aqui de Balneário Camboriú, estreía no próximo sábado, 14 de agosto, na Rádio Camboriú AM, o Rock Mania. Segundo Wanderson, o Rock Mania vai ao ar todos os sábados, das 17h às 18h, um programa ao vivo com muita sonzeira, convidados e participação do ouvinte.

Se quiser conferir pelo rádio é só sintonizar em AM 1290, já pela Internet basta acessarwww.radiocamboriu.com.br e clicar em “Rádio Ao Vivo”, no canto superior direito.

Para pedir músicas, dar sugestões e participar do programa, os telefones do estúdio são o (47) 3405-1612 e o 3405-1614. Pelo msn: rockmania1290@hotmail.com.

Acompanhe a agenda de bandas convidadas e também o arquivo em áudio dos programas no blog:http://rockmaniacamboriu.blogspot.com.

Desejo grande sucesso para o meu bródi, Wan Metal Krsna Boy.

O exumado Exile On Main Street dos Stones

Drogas, orgias, sexo, bebidas, muita loucura, um castelo na França, cinco dos Rolling Stones enfurnados nele produzindo o próximo álbum de uma trajetória de muito sucesso, drogas, loucura. Exile On Main Street, o 10ª álbum dos Rolling Stones, gravado em 1971 e lançado no início de 1972, não vendeu lá aquelas coisas, mas marcou a banda como sendo um de seus melhores álbuns. Misturando rock and roll, blues, garage e muitas drogas, o álbum foi relançado agora em 2010 com faixas bonus, músicas que não entraram no LP duplo da banda. Além disso, no disquinho vendido nos EUA e Europa, um DVD com um mini documentário sobre o álbum figura o pacotão que é o Exile On Main Street Remasters. Além das drogas usuais, os Stones estavam no auge de sua criatividade artística/musical, descendo a lenha em boas canções do rock, o que ficou eternizado e EOMS é um dos maiores discos de todos os tempos, segundo várias listas.

Mick Taylor (2º da esquerda para direita), guitarrista que entrou quando Brian Jones morreu em 1969, entrou limpinho antes das gravações do Exile. Era uma macoinha ali, um litro de uísque ali, mas ao sair das gravações do disco, Mick saiu viciadinho em Heroína. Já Keith Richards andava virando PHD na droga e Mich Jagger tava experimentando mesmo é outras coisas que entravam em outras vias corporais, mas isso é papo para outro post.

Let it Be completa 40 anos

E no final, o amor é igual a mais um disco. O Let it Be completou 40 anos no último fim de semana. Foi o fechamento de um ciclo que começou em 2008, com os 40 anos do Álbum Branco, ano passado com os 40 anos do Abbey Road e projeto Get Back (o que viria a ser o Let it Be) e agora com o próprio. É a finaleira de uma carreira vencedora e que acabou na medida e na época certa. Creio eu que se nos anos 70 os Beatles tivessem voltado, não teriam produzido nenhum grande álbum. Existiram naquele auge de 1963 a 1970 e deu, pronto, acabou.

Let it Be é uma espécie de patinho feio. Lançado em meio ao fim da banda, num filme com brigas, mostrando nada com nada e fazendo os Beatles ensaiar o tempo todo. Pontos altos são alguns takes ao vivo e o show no telhado da Apple em 29 de janeiro de 1969. O disco pode-se dizer que é bom, não há como negar. Dele sairam coisas belas como The Long and Widing Road, Let it Be, Two of Us, I Me Mine, Dig a Pony, a empolgante releitura de One After 909, I´ve a got a Feeling, For Your Blue, Across de Universe e as brincadeirinhas com Dig it e Maggie Mae. Não dá para dizer jamais que este disco é ruim ou não condiz com o que os Beatles fizeram em sua carreira. É uma tentativa boa de fazer uma volta ao que eles eram. Uma
banda.

Meu primeiro contato com Let it Be se deu em 1992, quando consegui um LP original lançado no Brasil em 1970. Foi quando eu o ouvi por completo. Antes só tinha ouvido Let it Be, The Long and Widing Road e Across de Universe em coletâneas em fitinhas k7 que meu pai e minha tia traziam para mim do Paraguay. Possuir o bolachão na estante da sala de som lá de casa era como ter um troféu. Na capa a foto dos Beatles com barba e bigode, com cara de mais velhos, diferentes dos discos que eu tinha, todos da fase Yeah, Yeah, Yeah.

Let it Be é um belo álbum, um disco que ficará para sempre nas mentes dos fãs de boa música no mundo.

Beatles 70 traz artistas brazucas cantando os fabfour

Há 40 anos os Beatles tinham dado fim ao seu tempo, coerente e que marcou a história da música pop. Não precisavam nem mais lançar nada ou voltar, fizeram o seu tempo o tempo ideal. Há pouco mais de três anos o selo Discobertas está trazendo a tona essa paixão que há pelos Beatles colocando artistas do Brasil fazendo boas versões das músicas do quatro cabeludos. Começou com o Álbum Branco, passando pelo Abbey Road e terminando agora no ano de 1970 no lançamento de dois discos que homenageiam o Let It Be, derradeiro álbum lançado dos Beatles. As sessões deste disco originalmente aconteceram em janeiro de 1969 no famigerado estúdio da Apple em Londres. Depois de muita briga e discussão o disco foi engavetado e os Beatles tiveram respiro ainda para fazer o Abbey Road em 1969. As últimas gravações do que iria para o Let It Be aconteceram em março de 1970.

No disco do selo carioca, você ouvirá gente como Arnaldo Antunes, Branco Mello, Dr. Sin, Ivan Lins, Lobão, Roupa Nova e Zeca Baleiro metendo veneno nas músicas dos Beatles.

Infelizmente não ouvi ainda…

FNAC só em Floripa, a hora que chegar vou dar uma opinião melhor disso.

EVLIS 75 – Viva o aniversário do Rei

Parabéns meu Rei! oxalá pra ti!

Que Roberto Carlos o que, o grande se chama Elvis Presley, eterno em nossos corações e que se estivesse vivo, completaria 75 anos nesta sexta-feira. Elvis Presley faz parte da nossa vida desde sempre. Eu que nasci pós morte do homem, cresci vendo Elvis na TV, filmes e também ouvindo discos. Não tem como negar que Elvis quebrou paradigmas, foi ousado para sua época, teve fases terríveis, fases boas, morreu se afundando no rango fácil e nos remédios para tudo quanto é coisa, mas enfim, é o Rei do Rock.

Confira aqui um especial bacana feito pelo Marquinhos Espíndol, no seu blog da Contracapa.

Conheça os 20 melhores álbuns de SC da década

decada

Nunca Santa Catarina produziu tanta coisa boa numa só década

Chegou a hora da listinha do Mundo47. Desta vez estou listando os 20 melhores álbuns lançados na década que passou em Santa Catarina. Não pensem que foi muito fácil escalar os 20 melhores álbuns, foi muito difícil, mas vale ressaltar que todos os discos escolhidos aqui, se confundem com a minha história no jornalismo musical catarinense, pois foi praticamente na virada da década passada, que comecei a escrever sobre bandas e álbuns de Santa Catarina, eu ainda estava na Univali, como estudante de jornalismo. Em 10 anos acompanhei a cena nascendo e crescendo, não digo nascendo, pois antes dos anos 00 já existiam muitas bandas atuando, muito independente, mas digamos que em 2000, com o advento e popularização da internet, do MP3, isso ajudou muito, a cena musical rock and roll de Santa Catarina foi impulsionada.

Vale ressaltar que estou aqui listando apenas os álbuns e não EP´s ou singles, na próxima semana voltamos com  a lista dos 20 melhores EP´s e singles lançados nesta década, pois é notada a falta de algumas bandas que não chegaram a fazer álbuns completos ou que seus EP´s e Singles foram bem melhores que os discos.

Fazendo uma rápida avaliação da lista, a Pipodélica levou o caneco por toda sua obra na década passada. Os guris de família produziram um punhado de EP´s também excelentes, mas em seus dois álbuns, Simetria e Não Esperem Por Nós, a banda consolidou a posição como banda da década, pois a partir do trabalhos dos caras, muitas bandas de Florianópolis e de Santa Catarina saíram da garagem. Os irmãos Lenzi Brothers também aparecem duas vezes, com os excelentes discos Trio, o mais recente e também o primeiro, Grilo Verde. Na rabeira, mas com muita honra, Tijuquera, com um dos melhores álbuns já feitos por nossas terras, uma pena que aquele tipo de trabalho não tenha se mantido, até porquê eu imagino que não é fácil fazer um trabalho com tanta qualidade como o produzido no Inoxsambágua.

Aqui listo os 20 discos que mais marcaram a década, mas a produção de nosso estado foi muito maior e como falei no começo, não foi fácil listar todos. Dê uma conferida abaixo.

LISTA ÁLBUNS DA DÉCADA

1 – Pipodélica – Simetria Radial (2003)

2 – Repolho – Vol. 2 (2000)

3 – Lenzi Brothers – Trio (2008)

4 – Stuart – Honestidade Não Enche Barriga (2006)

5 – Ursulla – Rabiscos Coloridos (2009)

6 – Pipodélica – Não Esperem Por Nós (2008)

7 – Get Back – Get Back (2000)

8 – Aerocirco – Liquidificador (2004)

9 – Variantes – Variantes (2008)

10 – Madeixas – Madeixas (2002)

11 – Ambervisions – Bons Momentos Não Morrem Jamais (2006)

12 – Rodrigo Daca – Canções de Amor ao Pé do Ouvido (2001)

13 – Cochabambas – Máquinas Quentes a Todo Vapor (K7 2000)

14 – Butt Spencer – Dogmas, Dilemas e Perguntas sem Resposta (2001)

15 – Old Machine – Old Machine (2008)

16 – Euthanasia - Estileira Core Music Tarja Preta (2001)

17 – Z? – Z? (2006)

18 – Fly-X – Dirt on My Shoes (2005)

19 – Lenzi Brothers – Grilo Verde (2003)

20 – Tijuqueira – Inoxsambágua (2000)

Clube da Esquina 35 anos: Miltão e Lô ao vivo em Recife

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Bituca e Lô Borges no meio da raça do independente nacional

Peço licença para o colega Alexandre Matias, do Trabalho Sujo, para me apropriar de um post seu. Neste ano, o famoso disco Clube da Esquina, gravado por Lô Borges e Milton Nascimento com seus parceiros de Minas, completa 35 anos e para isso, o festival Coquetel Molotov, em Recife, prestou uma lindíssima homenagem ao álbum, trazendo Lô Borges e Milton Nascimento para um belo show. A apresentação foi registrada e está na web para download.

Confira e baixe aqui no blog Hominis Canidae

AC/DC em Buenos Aires… uma boa pedida

Tá uma loucura comprar ingressos, passagens e reserva de hotéis para assistir ao show do AC/DC em São Paulo. No primeiro dia de vendas no site, tudo congestionado e apenas alguns sortudos com a confirmação da compra do ingresso caríssimo do show no Morumba.

Ai vem uma segunda opção, já que o show é único no Brasil. Porque não ir no de Buenos Aires???

A primeira coisa que fiz foi dar uma bisolhada no site da GOL. Floripa – Buenos Aires, para a data de 02 de dezembro, tem uma baita promoção com passagem a R$ 99 pila. Depois fuçando na web, o preço dos ingressos na terra de Maradona. A pista está com o preço de $ 220 pesos, o que dá uns R$ 102 realitos.

Se você pegar um hostel em Buenos Aires, próximo do estádio do River Plate, não vais gastar muito para uma noite, podendo volta no dia 03 de dezembro sussegadinho até Floripa.

Vale a dica para quem quer economizar uns realitos…

40 anos do Abbey Road no Portal G1

Muito interessante a cobertura dos 40 anos do Abbey Road, dos Beatles, no Portal G1.

Vai lá e dá um confere. Acima o mini doc que fizeram com artistas brasileiros falando como o disco é fodástico!

Artistas brasileiros revisitam Beatles de 1969

Discos abrangem músicas do Projeto Get Back, Abbey Road e outras de 1969

Hoje, 26 de setembro, o famoso álbum dos Beatles, Abbey Road, chegava às lojas britânicas e consequêntemente no resto do planeta. O derradeiro álbum gravado pelos fab four foi um sucesso estrondoso no mundo e quebrou muitos paradigmas. Dentro da banda já estava tudo uma merda, mas John, Paul, George e Ringo resolveram encerrar a carreira em alto nível e dando um presentão para a posteridade.

No Brasil as comemorações dos 40 anos de Abbey Road tem um gosto completo. O jornalista e produtor Marcelo Fróes é um grande fã da banda e em 2008 fez um belo tributo ao Álbum Branco, lançado pelos Beatles em 1968 e que também comemorava 40 anos. A homenagem rendeu três discos com diversas bandas, cantores e cantores brasileiros tocando as músicas feitas pelos fab naquele ano.

Marcelo segurando sua preciosidade

O repeteco se deu agora em 2009, nas comemorações dos 40 anos de Abbey Road.  Entre janeiro e julho foram mais de 60 canções gravadas para este álbum, englobando o famigerado Projeto Get Back (que mais tarde foi condensado no Let It Be), gravado entre janeiro e fevereiro de 1969 pelos Beatles e no final das tumultuadas sessões, foi literalmente jogado para escanteio. Em 1970 as fitas foram entregues para Glyn Jones que não deu muito jeito na coisa. O disco foi lançado oficialmente em abril, já quando os Beatles anunciavam a separação. O Let it Be teve os dedos de Phil Spector nas traquinagens finais.

Depois as gravações de Fróes chegam ao Abbey Road de fato, com artistas gravando aquelas músicas. O outro disco é com músicas feitas pelos Beatles em 1969, mas que não chegaram a entrar nestes álbuns,  acabaram virando músicas dos primeiros discos solo de cada um.

Os discos contam com participação de duas bandas catarinenses, Aerocirco e Reino Fungi. No time nacional outra seleção de feras. Nos anos 1970, Milton Nascimento e Elis Regina gravaram Golden Slumbers, que entrou no disco de Fróes. Ai tem uma pá de gente, como Zé Ramalho, Frejat, Rodrigo Santos, Capital Inicial, Jota Quest, João Donato, Mallu Magalhães, Matanza, Ultrage a Rigor, enfim, uma grande seleção de artistas da música brasileira.

Beatles Brasil faz um apanhadão sobre o Abbey Road

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No hot site também tem link do Projeto Beatles 69, de Marcelo Froes

A equipe do site The Beatles Brasil fez um apanhadão legal sobre os 40 anos do Abbey Road.  José Carlos Almeida, o boss do negócio, preparou um mega passo-a-passo das gravações de um dos maiores álbuns da música pop, gravado pelos Beatles em 1969. Também rolam partes curiosas, como o destino do fusquinha que aparece na capa, um senhor que observa ao longe os quatro cabeludos atravessando a rua, link para você ver Abbey Road 24h. O que eu me sinto honrado foi do convite do JC para que eu pudesse dar um depoimento sobre minha experiência quando conheci o álbum Abbey Road. Estou lá, no meio de feras da beatlemania nacional!

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Confira o hot site montado pelo Beatles Brasil

É hoje!!! o Dia Mundial dos Beatles – 09.09.09

É hoje!!! O mundo novamente se curva aos fab four. Será lançado hoje o The Beatles Rock Band, um jogo de video game que faz você voltar aos melhores momentos de John, George, Paul e Ringo nos anos 1960. Já cansei de falar desse jogo, de tudo, mas não custa dizer que além deste jogo nos dar uma puta diversão, ele servirá para que as gerações futuras, a importância da maior banda de rock de todos os tempos. Os Beatles.

Além do lançamento do jogo, teremos toda a discografia dos fab relançada com grande qualidade de áudio. Os disquinhos chegarão ao mundo em pack ou avulso. O mais bacana é que cada disco terá um mini documentário sobre cada álbum.

O negócio agora é chorar em alemão, para comprar essas porras todas, porquê vai ser uma baita grana.

Essa beatlemania toda que está de volta não deverá acabar tão cedo. Tem muita coisa para tirar e melhorar nessa vida beatle. O concerto no Shea Stadiu, todo filmado pela NBC tem tudo para se tornar um DVD com imagem e som melhorado, o filme Let it Be tá desde 2005 com suspeita de ser relançado com tratamento em som e imagem também, o show do Budokan em 1966, também filmado pela TV japonesa poderá se tornar um belo filme com extras e o caralho a quatro, o show no telhado da Apple Records, que completou 40 anos em janeiro é outro produto vendável para o mercado, enfim, foda-se se alguém acha isso caça níquel! Eu ralei anos para conseguir ouvir e ver essas coisas que citei acima. Tenho o meu DVD do Help que é MARAVILHOSO e outros produtos que adquiri com o tempo. Viva os Beatles!

Abbey Road: 40 anos atravessando na faixa

George, Paul, Ringo e John: atravessando a rua para a eternidade…

Um dos melhores álbuns dos Beatles, o derradeiro gravado pelos fab four, Abbey Road, de 1969, comemora 40 anos em 2009. Neste ano, centenas de fãs ficaram todo dia de ontem em frente do famoso estúdio, homenageando os Beatles na famosa foto da travessida da faixa de pedestres, tirada pela banda em agosto de 1969. Durante 40 anos, o endereço mais famoso do rock and roll, viu milhares de pessoas fazendo a mesma pose em que John, Paul, Ringo e George fizeram há 40 anos. O despretensioso atravessar de rua eternizou o mundo da música pop. O disco é um dos mais belos e perfeitos elaborado pelos fabs e está sempre nas inúmeras listas dos 10 melhores discos do mundo. Se não é o primeiro, está sempre entre os cinco.

Em 1969 os Beatles já não se aguentavam mais. Em janeiro do mesmo ano, o Projeto Get Back foi elaborado durante mais de um mês no estúdio da então gravadora Apple, lançada pelos fab um ano antes. Com a presença ainda mais forte de Yoko Ono, a tentativa de McCartney em voltar para os velhos tempos foi em vão. Várias músicas e um filme foi gravado, mas depois de tantas desavenças, o projeto todo foi arquivado. Ai cada um foi para o seu lado. Depois de darem uma água para a cabeça, entre Junho e Agosto, os Beatles voltaram para o velho e excelente estúdio da EMI Records, o Abbey Road. Já sem tantas brigas e pensando na unidade do disco, os fabs fizeram belíssimas canções como Something, de George, Come Together de John, You Never Give YOur Money de Paul e até mesmo Octupuss Garden na voz de Ringo. Um disco de excelência que guarda muitas surpresas e um dos meu preferidos.

Um dos poucos clipes do álbum: Something, de George Harrison

The Beatles Stereo Box Set: o Santo Graal do Rock

Prepare-se para desembolsar uma grana e compras os discos dos Beatles de novo

Do blog Trabalho Sujo, do chapa Alexandre Matias, as primeiras imagens do The Beatles Stereo Box Set, que deverá ser lançado simultâneamente ao The Beatles Rock Band. São 13 álbuns dos fab four relançados com ampla remasterização e digitalização, enfim, o escambau, que dizem as boas linguas, ficou com um puta som.  No Amazon.com o negócio custa US$ 204,00 com descontinho promocional. Aqui nessa porra de país não sai por menos de milão.

Viva a economia estável…